Oscar 2018: os filmes estrangeiros

Bingo – O Rei das Manhãs, estreia de Daniel Rezende como diretor, vai representar o Brasil na disputa por uma vaga entre os indicados ao Oscar de filme estrangeiro. O longa, que derrubou outros 22 concorrentes, como Como Nosso País, de Laís Bodanzky, e O Filme da Minha Vida, de Selton Mello, foi escolhido por uma comissão formada por integrantes da Academia Brasileira de Cinema. É a primeira vez que a seleção acontece desta forma. Até ano passado, o Ministério da Cultura montava essa comissão. Trinta e nove países já definiram seus respectivos representantes, entre eles, nações com tradição de indicação, como Espanha, Suécia e Alemanha. Os dois últimos, com filmes dirigidos por Ruben Östlund e Fatih Akin, ambos premiados em Cannes (o sueco ganhou a Palma de Ouro), estão entre os frontrunners do ano. O Chile optou pelo ótimo Uma Mulher Fantástica, estrelado pela atriz transsexual Daniela Vega, cotada para disputar o prêmio de atriz, o que pode chamar atenção para o filme. O longa, elogiadíssimo em Berlim, foi o único que já estreou no Brasil. Cineastas conhecidos como Michael Haneke, Agnieszka Holland e Joachim Trier também estão na lista.

Alemanha: In The Fade, Fatih Akin
Áustria: Happy End, Michael Haneke
Azerbaidjão: Pomegranate Orchard, Ilgar Najaf
Bélgica: Racer and the Jailbird, Michaël R. Roskam
Bósnia Herzegovina: Men Dont Cry, Alen Drljevic
Brasil: Bingo – O Rei das Manhãs EstrelinhaEstrelinhaEstrelinha½, Daniel Rezende
Bulgária: Glory, Kristina Grozeva e Petar Valchanov
Chile: Uma Mulher Fantástica EstrelinhaEstrelinhaEstrelinha½, Sebastián Lelio
Colômbia: Guilty Men, Iván Gaona
Coreia do Sul: A Taxi Driver, Jang Hoon
Croácia: Quit Staring at My Plate, Hana Jušić
Egito: Sheikh Jackson, Amr Salama
Espanha: Summer 1993, Carla Simón
Estônia: November, Rainer Sarnet
Finlândia: Tom of Finland Estrelinha½, Dome Karukoski
Geórgia: Scary Mother, Ana Urushadze
Grécia: Amerika Square, Yannis Sakardis
Holanda: Layla M., Mijke de Jong
Hungria: On Body and Soul, Ildikó Enyedi
Iraque: The Dark Wind, Hussein Hassan Ali
Irlanda: Song of Granite, Pat Collins
Japão: Her Love Boils Bathwater, Ryōta Nakano
Kosovo: Unwanted, Edon Rizvanolli
Letônia: The Chronicles of Melanie, Viestur Kairish
Líbano: The Insult, Ziad Doueiri
Lituânia: Frost, Šarūnas Bartas
Luxemburgo: Barrage, Laura Schroeder
México: Tempestad, Tatiana Huezo
Nepal: White Sun, Deepak Rauniyar
Noruega: Thelma, Joachim Trier
Palestina: Wajib, Annemarie Jacir
Polônia: Spoor EstrelinhaEstrelinha½, Agnieszka Holland
Portugal: São Jorge, Marco Martins
Reino Unido: My Pure Land, Sarmad Masud
República Checa: Ice Mother, Bohdan Sláma
República Dominicana: Woodpeckers, José María Cabral
Romênia: The Fixer, Adrian Sitaru
Sérvia: Requiem for Mrs. J., Bojan Vuletić
Suécia: The Square, Ruben Östlund
Suíça: The Divine Order, Petra Volpe
Tailândia: By the Time It Gets Dark, Anocha Suwichakornpong
Turquia: Ayla: The Daughter of War, Can Ulkay
Ucrânia: Black Level, Valentyn Vasyanovych
Venezuela: El Inca, Ignacio Castillo Cottin
Vietnã: Father and Son, Lương Đình Dũng

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