Sinbad, a Lenda dos Sete Mares

A Dreamworks surgiu para quebrar o monopólio da Disney no mundo da animação. Chegou com o inteligente Formiguinhaz, o épico e moderno O Príncipe do Egito e chegou ao ápice de sua produção com Shrek. Mas uma crise criativa deve ter tomado conta dos estúdios de Steven Spielberg. Sinbad, a Lenda dos Sete Mares segue uma fórmula gasta da Disney, abandonada pelo Mickey Mouse há tempos.
Não tem fôlego, não tem gás, não tem personagens bem trabalhados. O roteiro não aproveita o rico universo de Simbad e, mesmo o uso de computação gráfica, não esconde o quão envelhecida é a proposta original. A liçãozinha de moral do final é óbvia e sem graça. Dá pra se divertir? Dá, mas muito pouco. Exigência demais para um filme destinado às crianças? Nunca. Assista Procurando Nemo e veja o que é fazer um clássico para os tempos atuais.

Sinbad, a Lenda dos Sete Mares EstrelinhaEstrelinha
[Sinbad: Legend of the Seven Seas, Patrick Gilmore e Tim Johnson, 2003]

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