Top 40: os melhores filmes gays de todos os tempos

Somente nas duas últimas décadas, o largo espectro de temas homossexuais conseguiu encontrar um variado e substancioso conjunto de representações no cinema. Gays, lésbicas, bissexuais, drag queens, travestis, entre outros, podem ser encontrados, hoje, em larga escala, em filmes que ultrapassaram o gueto do cinema de classe e que assumem tanto as estruturas de gêneros clássicos, como dramas, comédias e filmes de suspense e de terror, como trazem a orientação sexual para um campo de normalidade que permite se ater a detalhes antes soterrados porque a questão maior já era a ousadia do tema em si.

Embora o cinema gay tenha conseguido renegociar sua posição na produção de filmes, ao longo desses 120 anos de cinema, houve muitos projetos que foram pioneiros em explorar as questões ligadas ao comportamento e ao universo homossexual. Há críticos que insistem que um dos primeiros filmes, o curta-metragem The Dickson Experimental Sound Film, de William Dickson, um filme sonoro realizado mais de 30 anos antes do som chegar de fato ao cinema, teria personagens com um comportamento nitidamente homossexual. No filme, que você pode assistir abaixo, dois homens dançam ao som de um instrumento musical.

https://www.youtube.com/watch?v=Y6b0wpBTR1s

Há bastante controvérsia. Alguns estudiosos dizem que o registro da dança entre dois homens teria chocado plateias, enquanto outros afirmam que aquele comportamento seria comum entre homens na época. A época é, no caso, 1895, o ano da “invenção do cinema”. Forçação de barra ou não, outros exemplos de possíveis manifestações homossexuais no cinema podem ser conferidos – e geram polêmica – nos anos seguintes. Em 1907, Georges Méliès dirigiu O Eclipse: Ou a Corte do Sol à Lua, em que um astro-rei viril seduz uma lua efeminada. Alguns estudos dizem que sol e lua seriam do gênero masculino e que o momento do eclipe seria, de fato, uma relação homossexual. A primeira do cinema.

https://www.youtube.com/watch?v=MzXf3opJo1U

Nos anos seguintes, as comédias flertaram com os temas gays. Algie, The Miner, de Alice Guy-Blaché, mostra um homem efeminado que precisa se livrar do estigma de que “beija cowboys” para conseguir namorar a filha de um ricaço. Charles Chaplin usou roupas femininas em A Mulher e seduziu vários homens. E em A Florida Enchantment, de Sidney Drew, uma mulher engole uma semente mágica que a transforma em homem e seu noivo faz o mesmo e vira um homem “afetado”. Todos estes filmes são da primeira metade da década de 1910 e todos têm um quê de brincadeira. Mas pouco depois disso começaram na Europa as primeiras tentativas de se fazer filmes “sérios” sobre o assunto.

https://www.youtube.com/watch?v=FCYYa0WxLXA

Na Suécia, Mauritz Stiller adaptou o romance Mikaël, de Herman Bang, sobre a relação entre um pintor aclamado e seu pupilo, abalada pela chegada de uma condessa que seduz o jovem, em The Wings, de 1916. O dinamarquês Carl Theodore Dreyer refilmou o livro em 1924 usando o título original, Mikaël. Pela primeira vez, se a história não engoliu algum pioneiro, temos personagens gays representados no cinema. Em 1919, numa Alemanha onde a Constituição considerava a prática homoafetiva como crime, Richard Oswald se une ao físico e sexólogo Magnus Hirschfeld para rodar Diferente dos Outros, que também conta a história de um artista, um músico, e um homem mais jovem. A chantagem contra os homossexuais, algo que era comum no país na época, é um dos temas centrais do filme.

https://www.youtube.com/watch?v=oEMeNthlvRQ

Nas décadas seguintes, censurados ou não, usando subtextos ou sendo mais explícitos, muitos diretores, alguns bastante conceituados, no auge de suas carreiras e heterossexuais, resolveram contar histórias de homoafetividade. De simples romances ao retrato de comportamento de guetos, de cidadãos “comuns” a estereótipos, muitos deles foram bastante felizes em dar sua contribuição para o gênero no cinema. A lista que você acompanha a partir de agora abre uma série de Top 40s que eu devo publicar até o fim de 2014, quando eu completo 40 anos, que vão tentar vasculhar os mais variados aspectos do cinema, juntando meus filmes preferidos e aqueles que escreveram a história da sétima arte.

Basta clicar no link abaixo para acessar minha lista com os 40 melhores filmes com temática homossexual de todos os tempos.

Aqui tem a versão da lista com 100 títulos, mas sem comentários.

Primeiro, um bônus:
Irmãos

Irmãos
[Son Frère, Patrice Chereau, 2003]

De todos os filmes que abordaram a Aids, Irmãos talvez seja o que mais bem dirigido. Nos anos 80, Thomas descobre que tem uma doença no sangue que destrói sua resistência imunológica e pede a ajuda do irmão homossexual Luc, com quem havia perdido o contato durante muito tempo. Patrice Chéreau usa esse reencontro para dar nuances à parceria dos dois e, reiventando a cronologia de sua história recente, entre cortes secos e diálogos cruéis e sem clima conciliatório, nos oferece golpes do amor entre os dois irmãos. Por mais que seja doloroso para ambos, Thomas e Luc só querem estar juntos pela última vez.

E agora a lista:

Os Rapazes da Banda

40 Os Rapazes da Banda
[The Boys in the Band, William Friedkin, 1970]

“Eu espero que haja homossexuais felizes, mas eles apenas não estão no meu filme”, afirmava William Friedkin na época do lançamento de Os Rapazes da Banda, que o diretor adaptou da peça de Mart Crowley, quando fazer um filme estrelado por personagens gays ainda era tabu. Friedkin acompanha a reunião de um grupo de homossexuais que se reúne num apartamento para o aniversário de um deles. O presente mais ousado, um garoto de programa, desperta uma série de discussões em que o comportamento gay era colocado em xeque. O pioneirismo do filme esbarra algumas vezes em soluções muito teatrais ou demasiadamente moralistas sobre o assunto, mas como obra, o filme é bastante ousado.

O Celuloide Secreto

39 O Celuloide Secreto
[The Celluloid Closet, Rob Epstein & Jeffrey Friedman, 1995]

Mais do que um imenso trabalho de pesquisa e prospecção de seus diretores, O Celuloide Secreto é um dos mais completos documentos sobre como o cinema americano, mais especificamente o hollywoodiano, tratou a homossexualidade ao longo dos anos. Dos pudores e da censura às mensagens cifradas e aos diálogos construídos cheios de sentidos figurados, o filme ajuda a apontar pioneiros, militantes e simpatizantes da causa LGBT. Um dos grandes momentos do longa é a entrevista de Gore Vidal, que conta como enganou Charlton Heston sobre a relação homossexual implícita que havia entre Ben-Hur e Messala, vivido por um consciente Stephen Boyd.

Febre de Primavera

38 Febre de Primavera
[Chun Feng Chen Zui De Ye Wan, Lou Ye, 2009]

Lou Ye é um herói da liberdade de expressão numa China em que temas proibidos não faltam. Depois de ser punido por fazer um filme sobre o massacre da Praça da Paz Celestial, ele desafiou novamente as autoridade com Febre de Primavera, em que um detetive contratado por uma mulher para espionar seu marido, que tem um amante, termina por se envolver sexualmente com ele. Enquanto filma as fortes cenas de sexo com uma ousadia quase explícita, o cineasta divide seu filme com poemas sobre amor, minimizando a barreira entre romance e sexo e naturalizando o comportamento dos personagens.

A Consequência

37 A Consequência
[Die Konsequenz, Wolfgang Petersen, 1977]

A Consequência segue uma linhagem muito comum a uma literatura gay que denuncia o preconceito ao homossexual através do sofrimento de seus personagens. A diferença está na maneira como Wolfgang Petersen, um cineasta que construiria uma carreira voltada para temas bem masculinos em sua maioria, desenvolve a trama. O tom seco, realista e a fotografia em preto-e-branco deixam os acontecimentos na vida de Thomas, o jovem filho de um carcereiro que se apaixona por um prisioneiro, ainda mais cruéis. Ainda que o roteiro obedeça a um formato de melodrama trágico, o filme se baseia num livro autobiográfico do suíço Alexander Ziegler, que ficou preso por dois anos por “sedução de inocente levando a atos antinaturais”.

Um Dia Muito Especial

36 Um Dia Muito Especial
[Una Giornata Particolare, Ettore Scola, 1977]

A visita de Hitler à Itália fascista é o cenário para que uma dona de casa reflita sobre preconceito e aceitação. Antonieta está cheia de tarefas domésticas e não acompanha o marido e o filho, que saem às ruas com uma multidão para comemorar a chegada do ditador alemão. Por acaso, esbarra no vizinho Gabriele, um homossexual que acabara de ser demitido da rádio onde era locutor por causa de sua orientação e está prestes a acabar com a própria vida. O encontro entre os dois desperta questionamentos que aquela mulher nunca se permitiu no meio de um regime opressor, machista e injusto que governa o país e sua própria casa.

Milk

35 Milk
[Milk, Gus Van Sant, 2008]

O documentário Os Tempos de Harvey Milk já acompanhavam a trajetória deste que foi um dos mais importantes militantes da causa gay na história americana. O filme de Gus Van Sant dramatiza esses eventos, apoiado num conjunto impressionante de interpretações com destaque para a composição afetada de Sean Penn para o personagem principal. Biografia correta, sem muitos valores diferenciados, o poder de Milk está mesmo em radiografar o discurso e a importância de seu protagonista. Sem economizar no estereótipo, que caracterizava o homem que interpreta, Penn humaniza Milk e faz um elogio a seu comportamento.

Morrer como um Homem

34 Morrer como um Homem
[Morrer como um Homem, João Pedro Rodrigues, 2009]

O drama de Morrer como um Homem está registrado no próprio título do filme. Tonia é uma travesti veterana, que se vê ameaçada pelas colegas mais novas, recebe a visita do filho que abandonou, descobre estar doente e é pressionada pelo namorado que quer que ela faça a cirurgia para mudar de sexo. A protagonista se vê acossada pelo mundo e em crise com sua fé, que a faz acreditar que sempre será um homem aos olhos de Deus. O dilema da personagem, o de sacrificar sua essência em prol do amor, a levará para uma espécie de floresta encantada onde as coisas podem se resolver definitivamente ou nao.

As Amizades Particulares

33 As Amizades Particulares
[Les Amitiés Particulières, Jean Delannoy, 1964]

O amor entre Georges e Alexandre é inocente, mas não deixa de causar um certo desconforto em As Amizades Particulares, filme ousado de Jean Delannoy. O mal estar não tem a ver com o fato de que os dois são do mesmo sexo, mas porque enquanto um está no auge da puberdade, ensaiando a entrada na vida adulta, o outro tem apenas 12 anos e preserva suas feições de criança. O diretor sabe disso e explora esse incômodo o quanto pode mesmo que o filme nunca insinue que mais do que mostra. O maior aliado de Delannoy é o precoce Didier Haudepin, dono de uma interpretação impressionante, cujos traços femininos e a sagacidade no jogo de palavras explica o fascínio que exerce.

Infâmia

32 Infâmia
[The Children’s Hour, William Wyler, 1961]

William Wyler adaptou uma mesma peça de conteúdo gay duas vezes. Em 1936, por causa da censura, foi obrigado a transformar uma das duas personagens femininas de Infâmia num homem. Em 1961, logo depois de destroçar bilheterias e levar 11 Oscars com Ben-Hur, resolveu levar a peça pro cinema de novo. Duas professoras são acusadas por uma estudante vingativa de terem um relacionamento, o que gera um escândalo. A história é mentirosa, mas uma delas realmente é apaixonada pela outra. A homossexualidade da personagem de Shirley McLaine é bem mais clara, embora haja bastante timidez em tocar o assunto.

Querelle

31 Querelle
[Querelle, Rainer Werner Fassbinder, 1982]

Rainer Werner Fassbinder é um dos autores gays mais prolíficos do teatro e do cinema, mas Querelle, sua obra final, seu filme de despedida, baseado no livro de Jean Genet, é o maior de seus devaneios. O marinheiro vivido por Brad Davis nos apresenta a um submundo onírico de comportamentos amorais, sexo livre e as cores fortes de um pôr-do-sol eterno. O universo surreal do filme parece tanto uma projeção das trajetórias mundano-sexuais de Fassbinder e Genet quanto a materialização de um exercício idealizado da libido, talvez o único possível para os autores. O filme é uma fantasia tão viril quanto contaminada por suas realidades.

You Are Not Alone

30 You Are Not Alone
[Du er Ikke Alene, Ernst Johansen & Lasse Nielsen, 1978]

You Are Not Alone é um caso raro de um filme que sabe trafegar na linha tênue entre a pureza de um amor adolescente e a consciência de uma sensualidade inerente, sem parecer inocente demais ou despudorado em excesso. Os diretores confeccionam um romance colegial gay típico, mas não perdem muito tempo explicando como os personagens são discriminados por causa dele. Pelo contrário, o filme reage contra o pensamento reacionário, mas respeita a faixa etária e a formação intelectual de seus protagonistas – e o contexto de uma Suécia de pensamento mais livre no final dos anos 70. Tem um tempero que, ainda hoje, falta a muitos filmes teen gays.

Traídos pelo Desejo

29 Traídos pelo Desejo
[The Crying Game, Neil Jordan, 1992]

Traídos pelo Desejo trata de uma transferência de afetos. Um integrante do IRA, vivido por Stephen Rea, assume o compromisso de cuidar da namorada de um homem que mantém como refém depois que ele morrer. O terrorista termina se envolvendo com a garota e desenvolve por ela um comportamento obsessivo até descobrir seu mais íntimo segredo. Por mais que este filme se estruture sobre o suspense, a descoberta final é menos importante do que as questões que o thriller levantou até ali: até onde vai o desejo? A partir de quando esse desejo vira amor? E esse amor seria capaz de se sobrepor aos limites de gênero?

Domingo Maldito

28 Domingo Maldito
[Sunday Bloody Sunday, John Schlesinger, 1971]

O inglês John Schlesinger tinha acabado de ganhar um dos mais ousados Oscars de melhor filme, com Perdidos na Noite, quando decidiu atravessar o Atlântico e voltar à pátria-mãe para desafiar os pudores de seus conterrâneos. Domingo Maldito mostra a história de um médico cinquentão e uma mulher recém-separada que dividem o mesmo amante na terra da rainha. Glenda Jackson e Peter Finch,ambos candidatos ao prêmio da Academia, trazem consistência para a trama, mas é ele quem mais se arrisca, estrelando um beijo gay em Murray Head, poucos anos depois do país derrubar a lei que considerava a homossexualidade como crime.

Vida Nua

27 Vida Nua
[The Naked Civil Servant, Jack Gold, 1965]

Trinta anos antes de Milk, Jack Gold já dirigia uma cinebiografia sobre um militante homossexual. Vida Nua conta a história de Quentin Crisp, um pioneiro da causa gay na Inglaterra, que, em plenos anos trinta, já circulava com maquiagem pelas ruas de Londres. Gold acerta ao emprestar ao filme, uma produção feita para a TV, o tom sarcástico de seu homenageado, que ganhou um intérprete brilhante na figura andrógina de John Hurt. O ator reprisaria o papel de Crisp 34 anos depois em Um Inglês em Nova York, uma continuação da trajetória do personagem bem menos bem resolvida que o filme original.

Cabaret

26 Cabaret
[Cabaret, Bob Fosse, 1972]

O Kit Kat Club é um espaço para excessos. Enquanto as sementes do nazismo crescem na Alemanha, a casa noturna é palco para o exercício da androginia, do escapismo e da futilidade. No meio dessa dicotomia entre a mensagem política e o mais completo entretenimento, Cabaret surge como uma das obras mais importantes na construção de um cinema que retrata o universo homossexual, aliás, um universo com o homossexual. Liza Minelli e Michael York se dividem entre a paixão um pelo outro e a paixão por um nobre alemão, assim como o filme faz seus extremos explodirem numa cena de tortura que é intercalada por trechos de um número musical.

Senhoritas de Uniforme

25 Senhoritas de Uniforme
[Mädchen in Uniform, Leontine Sagan & Carl Froelich, 2013]

A história do cinema nem sempre é exata, mas Senhoritas de Uniforme teria sido o primeiro filme de que se tem notícia a ter uma trama que não apenas aborda, mas simpatiza com o lesbianismo. O filme, adaptado de uma peça de teatro, se passa num internato para moças e não tem nenhum personagem masculino. Manuela é uma órfã que se apaixona perdidamente por uma das professoras, que, na cena mais famosa do filme, lhe dá um beijo de boa noite na boca. Leontine Sagan se aproveitou de um intervalo de liberdade numa Alemanha que abraçaria o nazismo (e proibiria o filme) pouco depois e o longa correu o mundo, ganhando prêmios, fazendo história e dando ideias.

Shortbus

24 Shortbus
[Shortbus, John Cameron Mitchell, 2006]

O sexo é o fio condutor de Shortbus. É ele que movimenta a história, apresenta os personagens e estabelece relações entre eles. John Cameron Mitchell monta um mosaico (sexual) que acompanha sete personagens numa Nova York do lado B. O cinema do diretor, embora possamos dizer que seja um cinema político, com público específico, não tem um alcance limitado. Muito pelo contrário. O discurso do personagem do ex-prefeito parte do específico para o universal. E é quando é universal (mesmo que seja num clube gay – ou uma versão revista e ampliada disso) que o filme de Mitchell funciona plenamente.

Minha Adorável Lavanderia

232 Minha Adorável Lavanderia
[My Beautiful Laundrette, Stephen Frears, 1985]

A Minha Adorável Lavanderia do título deste filme de Stephen Frears serve, em maior ou menor grau, como um santuário ou uma zona neutra. Nela, os personagens conseguem, por alguns instantes, escapar da Inglaterra customizada pelo espírito reacionário implantado por Margaret Thatcher durante os anos 80. Quem cuida do estabelecimento é Omar, filho de imigrantes paquistaneses que namora Johnny, um punk de cabelos descoloridos. Eles são bem resolvidos em relação a sua orientação, menos quando isso envolve a família. Por isso, aquele lugar é tão simbólico para a relação dos dois. Ela é sua casa e seu universo, um universo onde eles podem se esconder dos pais, dos racistas, dos preconceitos e de sua certa Margaret. Tatuagem

22 Tatuagem
[Tatuagem, Hilton Lacerda, 2013]

A história do encontro entre Clécio e Fininha, um artista e um militar, é o ponto de partida para que Hilton Lacerda disserte sobre liberdade. A cena de sexo entre os protagonistas é belíssima: longa, coreografada como um balé, sensual e quase explícita. O cineasta explica sua revolução no texto de Irandhir Santos e em cada cena. As apresentações e os números musicais que concebe em riqueza de detalhes são transgressão pura e simples. O mais radical deles é uma “ode ao cu”, reverenciado como instrumento revolucionário máximo. Lacerda contrapõe militares e artistas, mas são esses que se assumem como soldados. Soldados da mudança.

Rosas Selvagens

21 Rosas Selvagens
[Les Roseaux Sauvages, André Techiné, 1994]

Rosas Selvagens é o canto de André Techiné às transformações da adolescência. Parcialmente baseado nas memórias do diretor, o filme acompanha quatro jovens que enfrentam as dúvidas e expectativas do mundo adulto. Cada um com seus dilemas, desafiando o desconhecido e tentando afirmar sua personalidade a sua maneira. Um deles é François, que começa a exercer sua sexualidade, reprisada por códigos e regras. Seu fascínio pelo amigo Serge vai levar os dois para um exercício de intimidade que modificará para sempre a relação entre eles e sua visão de mundo. Gaël Morel e Stéphane Rideau, acompanhados pela ótima Élodie Bouchez, fazem valer cada cena.

Almas Gêmeas

20 Almas Gêmeas
[Heavenly Creatures, Peter Jackson, 1994]

O filme mais complexo de Peter Jackson não tem hobbits ou elfos, mas tem Orson Welles em O Terceiro Homem, na mesma fuga incessante que as protagonistas de Almas Gêmeas, Juliet e Pauline. A primeira, de uma intensidade quase insuportável, acaba de se mudar da Inglaterra para a Nova Zelândia, onde conhece a outra, que vive isolada e sem amigos. As duas se aproximam, se apaixonam e ficam insperáveis, precisando se refugiar dos problemas mundanos e da perseguição dos pais na ficção. Kate Winslet e Melanie Lynsky, ambas estreando no cinema, estão nos papéis de suas vidas.

Festim Diabólico

19 Festim Diabólico
[Rope, Alfred Hitchcock, 1948]

A homossexualidade nunca esteve tão evidente nos filmes de Alfred Hitchcock como em Festim Diabólico, sempre na base da sugestão. Brandon e Phillip matam um estudante pelo que parece ser um simples exercício de maldade, mas o que ele fazem a seguir gera interpretações ainda mais sombrias. Os dois colocam o corpo num baú que será utilizado como mesa numa festa. O ato dos amantes secretos poderia muito bem ser uma vingança contra o mundo que os aprisiona no anonimato. Uma provocação, uma pequena e mórbida revolução, um grito desesperado contra um status quo. Hitchcock pode ter sido um dos primeiros a levar o gay vilão para as telas, sem histrionismos e dentro de uma obra-prima.

O Criado

18 O Criado
[The Servant, Joseph Losey, 1963]

Joseph Losey transforma a inversão dos papeis entre um jovem rico que compra uma mansão e o mordomo que ele contrata para administrá-la numa reflexão alegórica sobre o embate de classes na Inglaterra. Mas, para além de uma fábula social, o diretor desenha um filme de forte conteúdo sexual, reprimido, reprisado, sempre confinado ao plano da sugestão. Em O Criado, Dirk Bogarde, homossexual assumido, interpreta um homem tão sedutor que transforma seu patrão em escravo sem que ele mesmo perceba. Somente quando sua noiva entra em cena é que o mordomo ganha um rival e parte para o ataque, confirmando todas as suspeitas de que o filme era não apenas sobre o jogo de poder.

Hedwig: Rock, Amor e Traição

17 Hedwig: Rock, Amor e Traição
[Hedwig and the Angry Inch, John Cameron Mitchell, 2001]

Descendente direto das óperas rock, Hedwig – Rock, Amor e Traição, filme de estréia de John Cameron Mitchell, tem uma consistência impressionante. Hansel muda de sexo para que o namorado o leve embora da Alemanha para os Estados Unidos, onde ele sonha em se tornar um astro do rock, Hedwig. Adaptando sua própria peça, o cineasta sabe dar o tom exato a seu protagonista, tornando-o complexo e encantador. Ao mesmo tempo em que aborda temas sérios como o êxodo, o exercício da liberdade e a transexualidade, o longa reproduz a fórmula de filme de rock, com humor, sarcasmo e trilha sonora excepcional, com destaque para “Wig in a Box”.

Diferente dos Outros

16 Diferente dos Outros
[Anders als die Andern, Richard Oswald, 1930]

Eis um caso em que o cinema tenta escrever a história, lançar discussões, ser pioneiro em temas espinhosos. Diferente dos Outros é um filme explicitamente homossexual. O diretor Richard Oswald, em parceria com o sexólogo Magnus Hirschfeld, tentou fazer um trabalho que ajudasse a combater a discriminação contra os gays, humanizando seus personagens, relativizando seus comportamentos, denunciando delatores e tentando trazer explicações científicas, as que se tinha à época, para embasar sua ideia de igualidade. Fez isso em 1919, numa Alemanha onde ser homossexual era crime, previsto em lei, e quando muitos homens eram chantageados por pessoas que ameaçavam delatá-las.

Perdidos na Noite

15 Perdidos na Noite
[Midnight Cowboy, John Schlesinger, 1969]

Nas entrelinhas de Perdidos na Noite está a possível homossexualidade de Joe, interpretado por Jon Voight, algo que nem ele mesmo, nem o filme assumem solidamente. A cena em que Joe tem um encontro furtivo com outro rapaz no banheiro de um cinema revela um trauma sexual que pode explicar tanto sua reação violenta (quando o jovem afirma que não tem dinheiro para pagar o programa) quanto o motivo para ele ter deixado sua cidade no interior. Em todo caso, Joe tem uma grande atração pelo submundo da noite na metrópole, onde há fartura de personagens e comportamentos gays. E há Ratso, que ama calado.

Garotos de Programa

14 Garotos de Programa
[My Own Private Idaho, Gus Van Sant, 1991]

Mike e Scott circulam pelas ruas de Portland e, entre golpes e aventuras em que vendem seus corpos, arrumam sustento e alimentam o sonho de partir numa jornada pelas estrada da América em busca de um lugar que possam transformar num lar. Em um de seus melhores filmes, Gus Van Sant misturou elementos de Henrique IV, de Shakespeare, e depoimentos de prostitutos reais para costurar uma história sobre memória e pertencimento. River Phoenix tem aqui a interpretação de sua vida, emprestando fragilidade e vigor a seu Mike, e Keanu Reeves também chama atenção num filme que não busca respostas rápidas até porque as questões que ele lança são complexas demais.

Um Estranho no Lago

13 Um Estranho no Lago
[L’Inconnu du Lac, Alain Guiraudie, 2013]

Alain Guiraudie consegue, a partir de um exercício de repetição, fazer uma das mais intensas investigações do desejo sexual que o cinema recente já produziu. Em Um Estranho no Lago, estamos diante de um filme de cenário único, as margens de um lago em alguma parte do interior da França, utilizadas pela população gay da região para fazer pegação. Guiraudie nos confina com aqueles homens naquela pequena faixa de terra, nas pedras e na mata ao redor. A cena final radicaliza a discussão sobre até onde vai o desejo (e talvez o amor). Ela não só valida todo o filme, como explica as motivações daqueles homens: as trilhas dentro das matas podem ser perigosas, mas são tudo o que eles têm.

Minha Vida em Cor-de-Rosa

12 Minha Vida em Cor-de-Rosa
[Ma Vie en Rose, Alain Berliner, 1997]

Ludovic é um garoto de 7 anos que tem apenas uma certeza na vida, a de que estaria prestes a se transformar numa menina. Diante de um destino tão empolgante quanto inevitável, Ludo não se priva de testar os modelitos que vai usar nessa nova fase para o choque dos vizinhos e o desespero dos pais. Conto singelo sobre o despertar da identidade sexual, Minha Vida em Cor-de-Rosa dá um recado importante com a ajuda de uma criança: o surgimento da transexualidade pode ser algo bem mais natural do que se imagina. Alain Berliner protege seu protagonista. Quando Ludo está cercado pela intolerância, o diretor o manda para o Mundo da Pam, um lugar mágico em que nosso pequeno herói, vivido pelo incrível George DuFresne, pode ser quem ele quiser.

Um Dia de Cão

11 Um Dia de Cão
[Dog Day Afternoon, Sidney Lumet, 1975]

Sonny é um macho de verdade, mas sua aparência viril e seu comportamento masculino escondem um homem apaixonado… por outro homem. Uma relação tão forte que motiva um ato desesperado: assaltar um banco para pagar a cirurgia de mudança de sexo do namorado. A homossexualidade do protagonista é o gatilho para Um Dia de Cão, mas o filme não se limita a ela. Sidney Lumet dirige a história, inspirada num caso real, com tanta naturalidade que não demora muito para que o espectador vire um cúmplice do personagem interpretado por um espetacular Al Pacino, que já era um astro que nunca dizia não há um desafio.

O Pecado de Todos Nós

10 O Pecado de Todos Nós
[Reflections in a Golden Eye, John Huston, 1967]

O ano era 1967 e Hollywood, embora tivesse seus pioneiros, ainda costumava arrastar a homossexualidade para as entrelinhas. Foi então que John Huston, Marlon Brando e Elizabeth Taylor, todos já amplamente reconhecidos e oscarizados, resolveram se unir num filme perturbador. Exemplo de virilidade na tela grande, Brando, numa de suas melhores performances, interpreta um oficial que subitamente se vê atraído por um soldado e desmorona em frente às câmeras. Sua mulher, que percebe o que está acontecendo, enlouquece tentando seduzi-lo mais uma vez. Como o livro em que foi baseado, O Pecado de Todos Nós apunhalou a América em suas maiores certezas.

Paris is Burning

9 Paris is Burning
[Paris is Burning, Jennie Livingston, 1990]

Paris is Burning é um documento histórico. Jennie Livingston captura o movimento vivo de uma cultura que já existia havia décadas no underground novaiorquino, o mundo dos concursos e o florescer do universo drag queen. A diretora mantém uma relação orgânica com seus entrevistados, que parecem muito à vontade em frente à câmera. Na verdade, a câmera parece muito mais um microfone disponível para que cada um solte seus demônios ou simplesmente conte sua história. As personagens são fascinantes: reais e fakes ao mesmo tempo, cheias de vida durante toda a duração do filme. Quem assiste RuPaul’s Drag Race vai descobrir de onde veio todo o arsenal de vocabulário, expressões e conceitos utilizados no reality show. Fundamental para entender e, mais ainda, para respeitar todo esse universo.

Morte em Veneza

8 Morte em Veneza
[Morte a Venezia, Luchino Visconti, 1971]

Tadzio é a personificação do belo e, em linhas gerais, Morte em Veneza, seja o livro de Thomas Mann, seja o filme de Luchino Visconti, é uma obra sobre o torpor da beleza, mas seria meio inocente ignorar o fortíssimo conteúdo gay na história do compositor que desenvolve uma compulsão obsessiva por um adolescente. Embora essa atração seja platônica e esteja além do sentimento carnal, a homossexualidade de Visconti, que a explorou em boa parte de seus filmes, e de Dirk Bogarde, escolhido para ser o protagonista deste aqui, são indícios de que o diretor tinha algo mais em mente. Não que o cineasta quisesse trazer a discussão dos temas do autor para planos mais carnais, talvez Visconti estivesse interessado em elevar o nível de ficção de gênero a que o homossexual geralmente é condenado.

Lado Selvagem

7 Lado Selvagem
[Wild Side, Sébastien Lifshitz, 2004]

Lado Selvagem é um filme meio sem par porque Sébastien Lifshitz vai muito além do retrato do “submundo” das travestis e da prostituição, encenado com respeito e sensibilidade, ou da discussão sobre os movimentos desse universo, que se repete em looping filme após filme. Ao diretor interessa mesmo é apresentar e dar relevo à família fora dos padrões formada pela transexual Stéphanie e por seus dois namorados, dedicando longos minutos a estabelecer os sentimentos que cada um tem pelo outro. É esta família que vai, unida, para o norte da França para cuidar da mãe de Stéphanie, que está prestes a morrer. Sem panfletagem, o longa não se intimida em lançar suas transgressões ao mesmo tempo em que faz um ode ao amor.

Priscilla, a Rainha do Deserto

6 Priscilla, a Rainha do Deserto
[Priscilla, Stephen Elliott, 1994]

É meio banal falar de filme definitivo, mas as drag queens ganharam algo bem parecido com isso em Priscilla, a Rainha do Deserto, um road movie gay em que o trio de protagonistas atravessa o deserto para fazer uma apresentação musical e se aventura numa jornada onde cada uma revê suas escolhas. Travestido de comédia escrachada, área em que é extremamente bem resolvido, o longa de Stephan Elliott oferece um olhar extremamente maduro sobre identidade sexual, algo bastante raro, sobretudo quando casado com o humor. Terence Stamp, Hugo Weaving e Guy Pearce desenvolvem suas personagens com sensibilidade, domando os estereótipos e se tornando complementares uns aos outros.

A Lei do Desejo

5 A Lei do Desejo
[La Ley del Deseo, Pedro Almodóvar, 1997]

Dos filmes da primeira fase, a mais crua, da carreira de Pedro Almodóvar, A Lei do Desejo talvez seja sua obra mais poderosa, um ensaio sobre amor e obsessão que assume a forma de thriller. A homossexualidade, presente em quase todos seus filmes de maneira periférica, passa para o centro da trama, que acompanha o envolvimento de um cineasta com um homem mais jovem. O espanhol ainda estava em mutação, mas embora antecipasse houvesse algo do refinamento de seus filmes da segunda metade dos anos 90, este ainda é um filme bruto, sem pudor em mostrar cenas de sexo gay bem próximas do explícito. Carmen Maura abre uma narrativa em paralelo ao interpretar um transexual recém-operado.

Felizes Juntos

4 Felizes Juntos
[Chun Gwong Cha Sit, Wong Kar-Wai, 1997]

A embalagem estética dos filmes de Wong Kar-Wai traduz muito do estado de espírito de seus personagens, além de celebrar a relação deles com o lugar onde vivem. Felizes Juntos é um filme sobre amor (ou o fim dele), rodado por um chinês na Argentina, por isso, a plástica visual e sonora do longa é uma das mais particulares na carreira do diretor. As cenas de sexo são filmadas com um imenso interesse no balé dos corpos, como se nesses momentos os personagens estivessem num outro plano, quase hipotético, numa espécie de plenitude do exercício da beleza. Em contraponto, o tango carrega a dor para todos os lados lembrando ao espectador da iminência da finitude.

Delicada Atração

3 Delicada Atração
[Beautiful Thing, Hettie Mcdonald, 1996]

Hettie Mcdonald estreou no cinema com Delicada Atração para depois dedicar uma carreira inteira para a televisão. Sua única experiência para a tela grande é uma pérola sobre a descoberta do amor entre dois meninos, adolescentes ingleses que parecem saídos dos subúrbios dos filmes de Mike Leigh. A aproximação entre os dois é gradual e lenta, e a diretora administrada com uma delicadeza completamente espontânea. Glen Berry e Scott Neal descobrem seus personagens junto com o espectador. Estão ótimos, mas a mãe vivida por uma maravilhosa Linda Henry e a jovem viciada em Mama Cass, papel do furacão Tameka Empsen, roubam as cenas em que aparecem, menos a última, uma dos mais belos finais de filme dos últimos 20 anos .

Meu Passado me Condena

2 Meu Passado me Condena
[Victim, Basil Dearden, 1961]

Dirk Bogarde é definitivamente o grande herói gay do cinema. Em Meu Passado me Condena, ele aceitou o papel, recusado por vários atores, do advogado de sucesso, casado, que resolve investigar as chantagens feitas a homossexuais na Inglaterra, onde manter relações com alguém do mesmo sexo era crime. O conflito vem do fato de que ele mesmo era homossexual. Esta, por sinal, foi a primeira vez que um filme em língua inglesa utiliza a palavra. Basil Dearden construiu o filme como um thriller psicológico, tenso, que culmina na fortíssima cena do outing do protagonista para a esposa. Seis anos depois do filme a homossexualidade foi finalmente descriminalizada na Inglaterra.

O Segredo de Brokeback Mountain

1 O Segredo de Brokeback Mountain
[Brokeback Mountain, Ang Lee, 2005]

Nenhum filme com temática homossexual conseguiu mais do que O Segredo de Brokeback Mountain. E isso aconteceu porque, embora pareça ser um filme sobre a história de amor entre dois caubóis, esta poderosa obra de Ang Lee é a história de um amor proibido, condenado ao segredo, ao microverso, à miniatura. Mas o filme retrata muito mais uma luta íntima contra as próprias limitações do que uma batalha contra fronteiras impostas pelos outros. Nesse sentido, é muito inteligente a contraposição das personagens, que mesmo diferentes (e é essa diferença que justifica todo o filme) não se encaixam nas figuras estereotipadas tão caras a histórias afins. A trilha sonora é um metáfora perfeita do filme. A melodia criada por Gustavo Santaolalla é interrompida sempre que alcança seus momentos mais bonitos. Os cortes são abruptos, secos, como se fosse proibido continuar a fruir a música.

considerações finais

É importante notar que não havia espaço para todos os filmes realmente relevantes sobre a temática ao longo da história do cinema e que os títulos citados nesta lista mudaram várias vezes a cada nova descoberta ou revisão. Procurei evitar alguns títulos muito óbvios quando achei que eles não ofereciam algo mais do que o pioneirismo ou a pertinência. A ideia central era fazer um panorama de filmes gays que eu considero importantes e representam aspectos e tipos diferentes no universo homossexual e cinematografias que mostrassem o tratamento para o assunto em países ao redor do mundo.

Filmes que continham personagens gays, mas cujo tema era periférico nessas obras terminaram sendo eliminados. Há diretores com mais de um filme quando eu julguei que eles eram importantes e diferentes entre si. Procurei excluir longas que se escoram em estereótipos, mesmo que se tratasse de bons filmes, com raras exceções. Pensei em fazer uma lista complementar aqui, mas acho que isso enfraqueceria a natureza do post. Portanto, acho que esse papel cabe a vocês. Aguardo suas listinhas nos comentários. E só um lembrete: discordando ou não dos filmes desta lista, recomendo todos eles. Assisti-los seria importante para entender como o cinema retratou e procurou entender o homossexual em mais de um século de vida.

Até o próximo Top 40.

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Comentários

comentários

406 thoughts on “Top 40: os melhores filmes gays de todos os tempos”

      1. Chico!
        Parabéns pela lista e pelos comentários anexados a cada filme,ajudei muito a um amigo de Portugal e tem um blog GLS onde tem uma listagem de filmes gays.
        Através dos comentários dos leitores,também pude descobrir muitos filmes bons.
        Eu não sou gay,mas aprecio filmes de abordagens diversas,porem de boa qualidade.
        Gostaria de saber se vc já viu um filme que vi no canal MAX chamado Beleza Sul Africana.Eu vi em partes,pois passa sempre mto tarde da noite(madrugada mesmo) e achei interessante a maneira que foi mostrado o tema,a abordagem pela beleza,a realidade vista de um angulo homossexual bem diferente.
        Gostaria da tua opinião.
        Obrigada.

      2. Ola faltaram os israelenses Bubble e Yossi, o alemães Beleza Sul-Africana,Triangulo Amoroso, os canadenses Eu Matei A Minha Mãe e Amores Imaginários,ambos do Xavier Dolan e o tbm canadense, Crazy-Loucos de Amor, o equatoriano Contra-Corrente(ESSE ALIAS SUPER RECOMENDO),o chileno Jovem E Louca etc… tem muito mais!!!

        1. Inacreditável de se esquecido de “Bubble”, “Crazy – Loucos de Amor”, “Contra Corrente” e qualquer um do diretor Xavier Dolan.

          1. Acho “Bubble” e “Crazy” filmes interessantes, mas os colocaria entre os melhores. Do Dolan, não gosto nem um pouco.

      3. A lista é mto boa, mas senti falta de 03 q gosto mto: A Rainha Diaba; O Outro Lado da Cidade Proibida; e um filme do Istvan Szabó q eu sempre dizia ao Carlão q o diretor provavelmente tinha assistido “Anjos do Arrabalde”, a estória fala de duas professoras apaixonadas da repressão na Hungria comunista, não lembro o nome.

    1. O movimento gay é apenas marketing e comércio: o público gay compra, assiste e vende! Nada melhjor do que criar marketing! Nada tem a ver com questão social ou preocupação com intolerância! Direitos? Ok! São os que valem para todos: trabalho, estudo, educação, segurança, saneamento báscio, lazer e família, família e família!

      1. Acho interessante ver a questão a partir dos direitos humanos. Mas, mesmo assim existem assuntos específicos que só são sentidos pelos homossexuais. Portanto não concordo que seja o movimento reduzido a mero marketing. Não é por aí. Talvez a sua condição ou situação o proteja e você não sinta todo o drama na própria pele.

      2. Movimento gay é negócio então quer dizer que tem que se deixar levar e nao se organizar contra a homofobia que mata centenas ao ano no Brasil? Citarei isso apenas para ser conciso pois limitar a realidade de um conjunto de pessoas ao seu critério “umbiguista” só revela a sua insensibilidade e desconhecimento da causa.

      1. HQVS é muito bom, porém ele não é um filme que seja bom o suficiente para estar nesta lista… apesar de eu amar o filme, a história ficou muito vaga (talvez seja somente ao me ponto de vista).
        Amo demais este filme e acompanhei desde o lançamento do curta mais acho que este filme poderia ter cido bem mais do que foi !

  1. Onde estão as comédias, como “A Gaiola das Loucas” (1979), “Essa Estranha Atração” (1987), “Para Wang Foo, Obrigado por Tudo, Julie Newmar” e o drama “Fazendo Amor” (1980), e tantos outros. A lista é boa, mas existem muitas ausências injustas.

    1. Sérgio, todos foram consideram, mas terminaram saindo da lista final. “A Gaiola das Loucas” foi o que mais chegou perto. “Essa Estranha Atração”, eu revi ontem, mas tem uma pegada pesada que me incomoda. “Wong Foo” eu acho uma versão mais fraca de “Priscilla”, que está na lista. O “Fazendo Amor”, eu acho ok.

  2. Colonel Redl não seria um filme muito importante por ser baseado em fatos reais e dentro de um universo que ainda é, apesar de avanços, avesso à homossexualidade? Cito também The Mudge Boy, filme que lança um olhar sem piedade sobre o assunto na adolescência, no momento mais problemático do desenvolvimento sexual.

    1. Xiiiii, Mudge Boy um filme bom???
      é uns dos piores filmes de tematica LGBT ou Gay, so perde pro Eating Out, Another Gay Movie
      O protagonista é extremamente chato, a historia não é boa, tudo é mto ruim

  3. Gostei muito da sua lista! É bem didatica e elucidativa. Já assisti alguns filmes , mas a outros que são surpresas. Interessante seria se essas explicações históricas, pudessem vir juntas com o filme, para deixarem de ser apenas um filme, e ser um recorte histórico de uma epóca!

  4. Muito boa lista. Na minha opinião faltou um que não poderia deixar de constar em qualquer lista relevante sobre qualquer temática ligada à homossexualidade e a causa gay, ainda que não como tema central: “And The Band Played On” do diretor Roger Spottiswood de 1993, produção para a TV da HBO (com nível de cinema do bom) baseada no livro homônimo Andy Shilts sobre o início da AIDS. O livro é excelente e obviamente mais completo e abrangente, mas o filme consegue ficar acima da média ao abordar esses assuntos. Obrigatório para o universo LGBT. Alias, deveria ser obrigatório para todo mundo. Em muitas escolas dos EUA ele faz parte da grade de educação sexual no ensino médio.

    1. É um belo filme mesmo, Alex. Estava na minha pré-lista, mas terminou saindo. Em relação à Aids, preferi ficar com mais intimista “Irmãos”. Indico ainda sobre o tema o doc “How To Survive a Plague”.

  5. Parabéns.
    Inenarrável esta coletânea. Show de pesquisa histórica.
    Gostaria mesmo é de poder baixar a maioria destes filmes para depois assistir a evolução da sociedade em todos esses tempos, desde a época em que se considerava o homossexualismo uma doença até os dias de hoje onde até o casamento já é um fato.
    Saudações.

    1. “Bent”, eu até considerei, Pimenta, mas o excesso de teatralidade me fez tirá-lo da lista. O “Summer Storm” não conheço, vou procurar.

          1. Realmente faltou “Bent”, imperdoável não estar aqui. Concordo com você Chico, quando diz que tem excesso de teatralidade, mas esse recurso cênico no filme gera um desconforto psicológico em que não há espaço para o espectador pausar para “ir ao banheiro”! Eu já havia assistido um filme chamado “I Love To Hide” em que retrata a perseguição Nazista aos homossexuais nos anos 1940, mas “Bent” é profundo, e após ele eu assisti “Parágrafo 175” o que só reforçou meus aplausos ao “Bent”. “Summer Storm” é um filme que considero bom pra assistir, mas caminha numa onde meio “teenage dream”, há filmes melhores.

          2. Então, eu tentei evitar esses “teenage dreams” mesmo, Toni. O “Bent”, bem, longa discussão, mas é um bom filme. Vou procurar o “I Love to Hide”.

  6. Posso estar enganado, mas tomates verdes fritos me parece que tem um trecho que sugere a relação homossexual das duas atrizes, mas posso ter interpretado mal. Mas se estou correto, poderia entrar nesta lista já que o filme para mim é simplesmente espetacular.
    Abraços.

    1. Danilton, vc não está enganado,não! Cara o filme sugere sim uma relação homoafetiva entre as duas personagens principais. Concordo com você, “Tomates verdes Fritos” é um dos melhores filmes que assisti até hoje! Bem lembrado.

    1. Eu também. Ele terminou saindo da lista final porque eu já tinha um filme do Ang Lee e dois filmes chineses na relação. Mas é bem bom mesmo.

      1. Eu também acho que Banquete de Casamento deveria ter entrado. Ele foi um dos filmes que se propôs ser um filme gay e é muito bem feito. Na minha opinião melhor que alguns listados.

    1. “Madame Satã” e “Azul” foram considerados. “Azul”, por sinal, chegou na reta final, mas terminou saindo. Este israelense não conheço. Mas conhecerei!

      1. Out in the dark é realmente maravilho e toca uma temática diferente. Não é uma super produção mas é um ótimo filme e bem lindo!!!

      2. Ô israelense se chama “yies wide open”. Ô filmé é. Excelente e com uma frase dita quase no final q me faz arrepiar cada vez q escuto: “Ele me trouxe vida. Antes de conhece_lo eu Estava morto. Agora estou vivo”. Nao percam!

      3. O israelense é pecado da carne. Mostra o conflito de um cara casado que mantem relações com um cara mais novo. É bom dizer que eles estão em um meio extremamente radical e religioso.

        1. E o pior é que o cara que relutava em viver aquela relação assumia posturas radicais nesse meio já radical. Com todo o respeito ao “Além da fronteira”, mas esse é o melhor da temática que eu conheço em Israel. Eu não vejo um ponto fraco no filme.

    1. Parceiros da Noite, Mal dos Trópicos, Um Gosto de Mel, Azul é a Cor Mais Quente, Teorema e Canções de Amor saíram da lista na última repescagem.

  7. Não conheço todos os filmes indicados para poder disser se esse deveria estar na lista, mas “Noordzee, Texas” é um dos mais belos filmes gays que já vi.

  8. Estranho alguns filmes entrarem, principalmente os que tratam o tema implicitamente. Outros que não foram incluídos.

    A lista é do CHICO, quem achar que não está bom, que faça a sua.

  9. O Desconhecido, um dos ultimos trabalhos de Dina Sfat, tambem deveria ter entrado na lista…… e’ mais um triangulo amoroso…..nao consigo entender como este filme ainda passa despercebido

  10. Muito boa materia. Nao vi Behind the Candelabra na lista, achei interessante e super produzido. Ha alguns filmes mais recentes e nao tao abrangentes que incluiria na minha lista, como a resposta alema a Brokeback “Freier Fall”, “Laurence Anyways” , “Shelter” , “The Bubble, “Speechless” e por ai vai…:)

    1. Gosto de “Candelabra”, mas prefiro os atores ao filme. Fiquei interessado nesse “Freier Fall”. Não gosto nada dos filmes do Xavier Dolan. “Shelter” e “The Bubble”, eu acho meio supervalorizados. “Speechless” é mais um pra watchlist.

  11. Excelente lista, mas senti falta de alguns filmes mais recentes, como “Plata Quemada” (2000), “Ciao” (2008), “A Single Man” (2009) – uma obra de arte, além de “Weekend” (2011). Alias, fico muito contente porque, finalmente, saímos daquele clichê de personagens gays sempre ligados a Aids ou apenas melhores amigos e caricaturas que serviam para adornar o tema central nos filmes.

    1. Pois é, Rodrigo, também acho que estes estereótipos eram muito imobilizantes, mas tentei com esta lista mostrar que tivemos filmes que fugiam disso deste os primórdios do cinema. “Plata Quemada” foi considerado para minha lista e “Ciao”, não conheço. “Direito de Amar” e “Weekend” são dois filmes celebrados de que eu não gosto muito.

  12. Parabéns pela pesquisa e pela lista, ficou muito boa. Conheço poucos dessa lista, mas espero conhecer mais alguns. Recomendo Além da Fronteira (Out in the Dark).

    1. O nome do filme é “diabólicos sedutores” (something for everyone). Por favor passem o nome correto dos filmes, senão fica complicado achá-los quem tem vontade de ver.

  13. Há um filme francês muito bom que não sai da minha cabeça em se tratando de relação homossexual: Meu Marido de Batom, em que Gerard Depardieu faz um ladrão que se apaixona por um heterossexual vivido por Michel Blanc.
    Deveria estar entre os 10 melhores.

        1. também gosto muito desse filme francês, é uma beleza de se ver. Senti muita falta do Bent na lista, como já foi citado acima, mesmo com a teatralidade e tudo acho-o bem melhor que o Estranho do lago, este sim supervalorizado, também faltou Contracorriente. Sem dúvida é uma bela lista, com vários desconhecidos pra mim. Valeu

  14. Achei ótima a seleção e irei ver o que conseguir. Também faço 40 anos no final deste ano e irei começar a fazer umas listas também. rsrs. Acho Minha Adorável Lavanderia um filme único e é o melhor da lista para mim. Abraços

    1. Mas a lista, além de não ter nada a ver com a Parada Gay, é sobre os melhores de todos os tempos, então, tem filmes das mais variadas épocas.

  15. Alguns outros filmes muito bons que faltam à lista:
    Get real; Sommersturm; Coming out; A couse d’un garçon; Latter days; Edge of seventeen; Mambo italiano; Boy culture; Plan B; Juste une question d’amour; Patrik 1,5; Whole new thing e J’ai tué ma mère. E Queer as folk britânico.

    1. Gosto de alguns, desconheço outros, mas no geral acho que há filmes mais representativos. Segundo que cita o “Sommerstur”. Vou ver.

      1. 1 O Segredo de Brokeback Mountain
        [Brokeback Mountain, Ang Lee, 2005]

        este filme foi assistido por td minha família e pelo nome nem imaginamos que seria um filme gay mas tds nos entendemos o filme e achamos exelente td oq foi retratado e imaginamos e existem muitos pessoas dessa forma que sofrem e ate msm morrem sem mostrar o realmente são por causa da sociedade e muitas vzs eles msm não se aceita e com isso tenta formar família e ai já coloca outas pessoas em sofrimento em relações frustrantes p esposas e filhos em enfim retrata uma historia muito real e sensível…. embora era td oq ele ñ queria expressar era sensibilidade alguma amamos… muito bom….

  16. Ótima lista! Assisti a grande maioria desses filmes e são realmente TOP e estariam em minha lista também. Modestamente gostaria de deixar indicação de outros filmes com temática gay que merecem serem visto. São eles: “Cover boy: L’ultima rivoluzione” de Carmine Amoroso, um filme a la Pasolini com forte crítica social, ao mesmo tempo belo e tocante; “C.R.A.Z.Y.” de Jean Marc Vallée, não me canso nunca de ver e rever este drama familiar na Quebéc dos anos 60, 70 e 80; e “Contracorriente” de Javier Fuentes-Leon, belíssimo filme peruano com toques de realismo fantástico numa improvável e devastadora história de amor entre um fotógrafo e um pescador de um vilarejo.

  17. Filadélfia de 1993. Com Tom Hanks, Antonio Banderas e Denzel Washington. Mostra o lado cruel da comunidade gay, (preconceito, sexo promíscuo e inseguro) agravado pelo advento do HIV.

  18. Oi Chico!
    Essa sua lista, mudou a minha rotina , deixei coisas por fazer, somente para me envolver na leitura do post. Já assistir alguns desses filmes, mas pretendo assistir todos, por sua causa.

  19. Chico,
    Gostaria de saber a sua opinião sobre Philadelphia. Teve um impacto tão grande, gerou discussões e mudanças na sociedade, legislação, etc…

  20. Faltou o “Blue is the warmest color” , “Room in rome”, “the Hours” e o imperdoavel por nao estar na lista “Shelter-de repente california”.

  21. Maravilhosos a lista e comentários. Tenho uma sugestão de filme: “Esta Estranha Atração”. Nele é mostrado a dificuldade de um amor entre um homossexual e um hétero.

  22. Plata Quemada realmente deveria ter sido considerado.
    Deixo outras sugestões como “what happens next” e “transamerica”.
    Tem tbm um musical incrível, embora nao seja de temática exclusivamente gay, que é “the rocky horror picture show” , tim curry maravilhoso como uma travesti intergaláctica.

  23. Socorro, não conheço quase nenhum; o torrent hoje vai trabalhar hehehe…
    Senti falta de “Mistérios da Carne” mas talvez ele deva estar na lista dos 40 mais tristes da história… 😉

    Belo trabalho com a contextualização dos filmes Chico!

  24. Eu acho C.R.A.Z.Y. um filme importante para constar neste top 40. Retrata a infância, adolescência e juventude de um rapaz gay de forma não estereotipada e realista. Mostra o processo de aceitação de si mesmo e da própria família. É lindo! Um dos melhores! Achoque é um filme muito relevante!

  25. Senti falta de 2 filmes: “Prayers for Bobby” e o francês “Juste Une Question D’Amour”. Concordo com a lista e feliz por ver “Tatuagem” nela. Parabéns!

  26. Parabéns pela pesquisa. Como se trata de uma visão pessoal, qq lista sempre será incompleta, portanto, a falta de um ou outro q alguém tenha adorado ou sua exclusão de alguns citados nos comentários eu vejo como normal. Sua lista é enriquecedora. Gostaria de saber se alguém conhece um filme q já fez parte da mostra de cinema aqui em Sampa, nos anos 1990, entrou depois no circuito do Espaço Unibanco da Augusta com o título de “O Solteirão”. Tenho procurado,mas não lembro o título em inglês. Trata-Se de um executivo jovem lindo e com o corpo malhado, narcisista, q rejeita a tds por se achar superior mas ao final das baladas vai a cruising bars e se acaba em quartos escuros, leva para o apt mas manda o cara embora depois do sexo. Coleciona cartões com o nome e telefone de tds q já levou pra cama. A solidão retratada e a questão do culto ao corpo versus valores humanos q realmente importam estão bem clicados no filme. Eu adorei, meus amigos saíram perturbados por mostrar esse comportamento “fim de feira” e o narcisismo como aspectos ruins no meio. Vcs sabem qual o título original?

  27. Os filmes de almodovar tem uma variedade de tipos ,ma educaçao .tudo sobre minha mae ,e tbm tem um chamado crazy loucos de amor .todos tematica gay e perfeito

  28. Como pode não terem incluido Plata Quemada? ele é ótimo!!!! colocaria certamente entre os 40 melhores. Além disso tem Birdy, o filme com Nicholas Cage.

      1. Sabe que lembrei também de diário roubado, um filme dE Christine Lipinska. Lembrei também de O Pecado da Carne, dos judeus ortodoxos, que é excelente… E tem também The Bubble do Eytan Fox. Ah¡ Tem um peruano que se chama No Se Lo Digas A Nadie e um colombiano chamado Contracorriente. Tem também o cubano Morango e Chocolate. Tem o americano Shelter e Transamerica que são excelentes. Ah! E cadê o britanico O Padre? E o español Las Reinas, que é uma comedia divertidissima… nossa são tantos filmes bons…Todos Excelentes. Acho que vc poderia ampliar sua lista para os 50 melhores.

  29. Super curiosa de assisitr cada um! Adicionaria o “My summer of Love”, de Pawel Pawlikowski, com uma fotografia impressionante e uma história que beira a obcessão, o imginário e a sensibilidade na flor da pele. A cena de Natalie Press e Emily Blunt ao som de Piaf, ou o momento em que Blunt toca “The Swan” são inesquecíveis…para não falar de Goldfrapp na trilha sonora. Um filme que super recomendo, cheio de detalhes, não sendo de todo uma história vulgar.

  30. Achei bem legal a seleção dos filmes.

    Aproveitando, está no circuito de cinemas, o filme Hoje Eu Quero Votar Sozinho.

    Muito legal!

  31. Amei a lista! Eu só acrescentaria de minha lista pessoal os filmes:
    Shelter, o titulo em português é “De repente Califórnia”. Esse filme é muito mel com açúcar, mas é um daqueles filmes que te deixam feliz. Amo filmes que conseguem fazer isso, e sem contar o cenário também que é lindo de morrer.
    Indo de um muito feliz para um muito triste, acho que o “Prayers for Bobby” também é um outro filme muito bom. Ele conseguiu demonstrar a transformação de um personagem que ficou fantástica, ( não vou dar spoilers).
    Outro filme que ia esquecendo é o Soldier’s Girl. É fantástico também a forma que o diretor conseguiu unir os dois personagens principais.
    Aew depois disso entram alguns filmes “sessão da tarde” também: Latter Days, The Big Gay Musical, Transamerica , 23 centimetros. São filmes muito legais também.

  32. Já tentei de todas as maneiras assistir tatuagem e ainda não consegui,onde posso encontra-lo?alguem sabe onde posso assisti-lo ou baixa-lo????

  33. Boa tarde Chico.
    Gostaria de saber onde posso encontrar o filme tatuagem, procurei nos sites para assistir ou baixar e não consegui…alguém pode ma ajudar????

  34. Parabéns pela lista, senti falta de “Meninos não choram”, por se tratar de uma história verídica e sem contar as belíssimas atuações.

  35. Eu sou fã de cinema e assisto desde que nasci, já que meus pais sempre iam ao cinema e eu ia no colo, desde bebê – não sou muito de filmes de temática gay, pois sempre tem alguma coisa que me irrita… eu costumava assistir os filmes da Mostra Internacional de Cinema e tem dois filmes que gostei, o canadense “C.R.A.Z.Y.” e o sueco “Patrik 15” (uma comédia sobre um casal gay que tenta fazer uma adoção, o filme mostra que por lá também tem burocracia e preconceito – até que o casal consegue adotar um menino que eles pensam ter 1 ano e meio por causa do 1,5 do título do filme, mas na verdade o garoto tem 15 anos é revoltado e homofóbico – um belo filme)… e tem um filme antigo, que não sei se cabe nessa lista, que é o “Chá e Simpatia” com a Deborah Kerr – sobre um rapaz que todos pensavam que fosse gay… e nessa mesma “onda” de parecer uma coisa e ser outra, tem o “Quanto Mais Quente Melhor” e o “Vitor ou Vitória”. Ah! E assisti o alemão “Queda Livre” também. Dentre esses 40 listados, já assisti alguns também, esse com a Kate Winslet, as personagens são insuportáveis. hehehe – “Os Rapazes da Banda” assisti quando era menino, não lembro direito, mas sei que fiquei meio chocado, lembro-me que existe uma pressão para que um deles assuma que é gay, se é que é esse filme………. e por aí vai!

  36. Não seria legal considerar o brasileiro Madame Sata ? Ótimo elenco, boa direção e resgate de uma figura histórica/marginal

  37. Senti MUITA falta de Cidade dos Sonhos e Azul é a Cor Mais Quente, que são filmes pra estar em TOP 10. E também Felizes Juntos do Wong Kar-Wai.

  38. O que você acha do “Amores possíveis”, com Murilo Benício. Me perdoe mas “Maurice” é um dos melhores. Parabéns pela lista!!!

  39. Sua lista é muito boa, parabéns por ela, só que muito G(ay), deixando a desejar no L, B e T. Na lista gay, senti falta de filmes como: “Gilda” e “Gata em Teto de Zinco Quente”, como o fato de uma Rita Hartwood e de uma Elizabeth Taylor, figuras icônicas do imaginário tano hetero como gay, terem sido trocadas no afeto dos seus respectivos parceiros por homens, pode ter passado batido? Da mesma forma, acho que “Juventude Transviada” só pela presença do James Dean já mereceria ao menos uma citação.

    A relação de filmes com lésbicas é bastante acanhada: “As Lágrimas Amargas de Von Petra” um clássico absoluto de Fassbinder não poderia ter ficado fora desta lista, assim como Fome de Viver, que possui belas cenas tórridas entre duas grandes atrizes: Catherine Deneuve e Susan Sarandon. Já entre os bissexuais poderia muito bem constar: “E Sua Mãe Também” e “Todas as Cores do Amor”.

    No caso dos transgêneros: “Jogo Perigoso” (baseado numa estória real e com uma Vanessa Redgrave numa interpretação somente espetacular, pois ela igualmente convincente como homem, mulher e transexual, rs) Traídos pelos Desejo, Meninos Não Choram e Transamérica. Nesta categoria merece nota ainda, “Quanto Mais Quente Melhor”, mostrado apenas em imagens, só pela cena final de total tolerância e aceitação mereceria constar de qualquer lista de filmes GLBT.

    1. Concordo, Heloisa, faltou mulher! “Gata” eu cortei porque o filme sumiu com muito do texto mais gay da peça. “Juventude” não entrou porque eu tentei me concentrar em coisas mais “no primeiro plano”. “Petra” realmente tirei para deixar “Querelle”. Talvez fosse o contrário. “Fome de Viver” eu não acho um grande filme. “E Sua Mãe”, acho bom, mas não a ponto de entrar. “Todas as Cores do Amor” não acho grande coisa. Há filmes “L” que são notáveis, mas acho afetados demais ou pouco profundos, como “Um Quarto em Roma”, “Quando a Noite Cai”, “O Par Perfeito” e “Um Assunto de Meninas”.

      “Jogo Perigoso”, acho mais importante do que realmente bom e “Meninos Não Choram” merece minha revisão, mas eu achei na época meio programado demais. “Traídos pelo Desejo” está na lista!

  40. Apreciei sua lista, assisti muitos deles nos anos 90 e meados de 2000. Creio que faltou Jefrey, de caso com a vida; Stonewall – Alem dos Sonhos

  41. Incluiria o filme israelita Delicada Relação – 2002. Mas de qualquer forma eu achei a lista bem interessante. Parabéns.

  42. Boa tarde.
    E o brasileiro “Do começo ao fim” ? Acho interessante se ele estivesse na lista. É um otimo filme, mesmo que polêmico.
    #minhaopiniao.
    Grande abraço à equipe, matéria show!

    1. Eu tenho vergonha de dizer que assisti a “Do Começo ao Fim”. O diretor/roteirista está mais preocupado na beleza dos atores que na tentativa de apresentar uma história no mínimo convincente. Como Chico comentou antes, parece mais um comercial de sabonete ou de margarina.

  43. Gostei da lista; assisti vários deles.
    Bom, tu assistiu “Latter Days”, “Maurice”, “Shelter”, “The Priest” ??? O que achou deles? Abraço.

  44. Oi Chico, tudo bem com você?
    Só passei para registrar que meu sábado ficou tão melhor com sua lista e, com as “viagens” e pesquisas proporcionadas por ela.
    Obrigado pelo tempo e dedicação.
    Abraço grande, bom final de semana!

  45. No fim das contas os comentários estão ajudando a estender a lista (independentes de serem os 40 melhores ou não). Sugiro então os filmes: Três Formas da Amar (Threesome, 1994), Eu Matei Minha Mãe (J’ai tué ma mère, 2009), eCupid (2011) e Ghosted (2009). Abraços e bom divertimento a todos!

  46. E “Bom Trabalho”, de Claire Denis, ou os filmes de Warhol/Paul Morrissey com Joe D’Alessandro? Para não falar de muitos títulos de Kenneth Anger e de “Um Canto de Amor”, de Jean Genet…

    Há bons títulos na relação, mas não entendi se estão hierarquizados por algum motivo ou qualidade específica. Se o for, discordo de Brokeback na 1a colocação. Acho apenas um título razoável. Bem aquém de outros listados por você.

    abraços,

    1. Laecio, o gosto pessoal obviamente permeia a lista. Anger e Genet fizeram curtas e médias, evitei o que não fosse longa-metragem para efeito de comparação mesmo. “Bom Trabalho”, eu gosto, mas acho que os outros são mais representativos. Warhol/Morrissey e John Waters e Derek Jarman, que fizeram essencialmente filmes gays, não têm obras de que eu gosto tanto.

  47. Parabéns pela lista. Adorei. Senti falta de alguns que vc já mencionou nos comentários (Maurice, Banquete de casamento …) Mas vc não falou de Quanto mais quente melhor, acho esse importante e gosto.

  48. A lista é realmente legal… Meio machista…rsrs

    Para mim faltaram alguns clássicos lésbicos, mas tudo bem.

    Valeu pelas dicas.

    1. “Um toque de veludo” é épico. E “Cidade dos sonhos” é o meu filme preferido de todos os tempos. Eu só me ressinto por “Os mistérios” (Israel) ter tido uma falha que não o tornou uma obra-prima de temática lésbica como o seu conterrâneo gay, “Pecado da carne”, é.

      1. Gosto de Maurice, mas nem tanto. Existe um sobre a relação de Arthur Rimbaud e Verlaine que foi de uma intensidade a cada minuto! Eclipse de uma paixão. Interessante para saber como os homossexuais eram tratadas na França da época.

  49. Onde está PHILADELPHIA, pelo amor de Deus?! rs. Aquele filme poderia ter arruinado a carreira de quem esteve ligado à produção (o próprio Tom Hanks comentou isso quando ganhou seu Oscar!), pois tratava (ainda) de temas tabus, como homossexualidade e AIDS de maneira tão aberta! Por ser baseado numa história real, que marcou o judiciário americano pelo ineditismo do processo, achei um “pecado” não ter citado esta obra maravilhosa, apesar da sua lista ser incrível.

      1. Não fala assim, Chico; adoro esse filme, rs. Me lembrei de “Minhas Mães e Meu Pai” (Detesto esse título em português), com Annete Benning, Julianne Moore e Mark Rufallo…

  50. Chico,tente assistir o filme holandês “Jongens”
    É um ótimo filme.
    Estou aqui na Holanda,onde esse tema é bem mais avançado do que no Brasil.Esse filme estreiou esses tempos e passou na TV aberta em horário nobre aqui.
    Obrigado

  51. Muito legal, parabéns. Listas sempre geram controvérsias e discussões, mas independente disso, conhecemos novos filmes, além de saber um pouco mais da história do cinema. “Delicada atração” é realmente maravilhoso. Quem quiser assistir, o filme está disponível no Youtube (link abaixo) :

    http://www.youtube.com/watch?v=Vviu_wT6sW0

    Destaco também, “Shelter: De repente Califórnia”, “Orações para Bobby”, “The trip – a viagem” e “Delicada relação”. (Os dois últimos também estão disponíveis no Youtube, mas o áudio não está em português e não se encontram legendados).

    http://www.youtube.com/watch?v=mVe0KJFZKi4
    http://www.youtube.com/watch?v=VR7vOJLfxx4

  52. Nunca ou falar de um monte de filmes e devem ser bacanas e nem todos acham na internet acho eu! Assisti só (O Segredo de Brokeback Mountain) nesta lista Não curto filme pornô gay e nem de hétero e sou fã do Gael García Bernal – e achei bacana a atuação dele em (Má Educação) por ser uma história que tem começo meio e não rola pornografia faltou este e a (ORAÇÕES PARA BOBBY) mais dois que assisti!

  53. Respeito sua lista mas deixar A Gaiola das Loucas e Philadelphia com Tom Hanks é inaceitável. Embora Philadelphia trate mais da AIDS do que de homossexualismo ele aborda também o tema do preconceito. Outra ausência é do filme com Robert de Niro Ningúem é Perfeito. Nele o ator Philip Seymour Hoffman faz um travesti chamado Rusty que vai ensinar a um policial aposentado, interpretado pelo ator Robert De Niro, a repensar seus conceitos, ou melhor, seus preconceitos.
    Além disso achei que alguns filmes não deveriam estar na lista. Questão de opinião. Abraços 🙂

  54. Excelente trabalho, muito interessante e útil sua lista. Não vi muitos, mas ficam as indicações. Não sei se você chegou a considerar um filme antigo (1995), ‘When night is falling’, dirigido por Patricia Rozema, gosto dele, mas talvez não tenha mesmo nenhuma das qualidades que você define pra sua lista. um abraço, clar

  55. A frozen flower, Awaydays, In the arms of my enemy, Ernesto, Eternal summer, Head on, Krâmpack, La leon, Latter days, Le clan, Like it is, Noordzee texas, Nous etions un seul homme, Proteus, Serbis, Solange du hier bist, The graffiti artist, Un enfant dans la foule, Un chant d’amour, Twist, Trick. E por ai vai….

  56. Parabéns Chico pela lista e também depois por todos esses comentários gerados, que acho até bem importante . Lista é lista . Gostei da sua !

    Lembro de um filme italiano , que foi muito bem feito “Um Amor Quase Perfeito ” .

    Você assistiu ?

    Grande abraço,
    Gian

  57. Legal a lista. Mas lista é lista. Teria vários outros, mas bobagem. Vi todos da sua lista. Concordo bastante com você, mas não poderia ser 50? Aí tava feito, todo mundo ia ficar contente.
    Só queria reforçar “Plano B” e “Contra corrente”. Te indicar um filme bonito e brasileiro: “Teus olhos meus” de Caio Sóh. E, não sei se vc conhece, se não, deveria ver já, que é um filme chamado “Before I forget”, aqui “Antes que eu esqueça”. Nem sei como cheguei ao filme, mas é muito sério, muito forte, muito doído, importante e imperdível. É um filme bem pessoal e corajoso de um ator antigo, mas bem conhecido do cinema francês, Jacques Nolot.
    abraços/parabéns
    vladimir

  58. Desculpa Chico, não queria ficar te enchendo o saco, mas levantei do computador e lembrei de mais dois filmes: “Deuses e monstros” que acho lindíssimo e ninguém falou dele aqui. E “La virgem de los sicários” ou “Nossa Senhora dos assassinos” que se passa em Medellim. Filme importante.
    Obrigado/abraço/vladimir

    1. Adoro paixão selvagem… ainda que meio monotono assisti ele ainda adolescente, quando não existia muitos filmes disponiveis… aquilo foi tão impactante pra mim ver dois homens se relacionando… e mesmo quando um deles traiu procurou uma garota que parececia garoto. a temática do sexo anal era muito forte naquele filme e isso me deixou vidrado nele kkkk

  59. Gostei muito do italiano “O primeiro que disse”, assim como da produção peruana “Contracorriente”, mas filmes realmente é questão de gosto. Achei C.R.A.Z.Y muito bom, as cenas das músicas dos Rolling Stones e David Bowie são um clássico. Abs e parabéns pela lista.

  60. Não nego que a lista é boa, mas dá equivocado destaque a filmes recentes que provavelmente não vão resistir ao duro julgamento da passagem do tempo. Temos que pensar duas (ou mais) vezes antes de colocar um filme recente em uma lista de “melhores de todos os tempos”. É uma questão de cautela que o bom senso recomenda. Por exemplo, você não incluiu JOHNNY GUITAR (um clássico da década de 1950) para colocar na lista alguns filmes novos (ou relativamente novos) que daqui a alguns anos serão considerados apenas de qualidade mediana e/ou de importância apenas histórica, tipo essa fita chata que ganhou o Oscar de melhor filme (sobre a escravidão) e um sobre o pai gago da rainha Elizabeth que ganhou um Oscar um tempo atrás, apesar de ser mais quadrado que o próprio quadrado. Cara, você não citou PACTO SINISTRO do Hitchcock, que mancada! Sugiro, para contra balançar o altíssimo nível de “politicamente (chato)correto” reinante, uma lista de melhores filmes francamente heterossexuais. Brincando lhe envio um cordial abraço.

  61. Reiterando. Filmes que não entraram na lista, mas que lembrei…
    Jeffrey, de caso com a vida. Quando a temática sobre o hiv era tabu.
    Stonewall – Além dos sonhos, ficção e documentário de como se originou a luta dos homossexuais pelos seus direitos no barzinho gay de NovaYork, que os homens iam presos por se vestirem de mulher.
    Sete Mulheres – um filme frances de suspense, uma espécie de hitckokiano, onde há a cena de beijo lesbico intenso entre Catherine Deneuve e outra atriz francesa conhecida. Lindo filme.
    Um filme cubano chamado Morango e Chocolate vale a pena aprecia-lo.

  62. Chico, eu e meu namorado adoramos a sua lista, em especial os comentários que você teceu acerca de cada filme. Já vi a maioria deles e aqui abaixo encaminho algumas recomendações que considero bem interessantes:

    1 – Os filipinos: O desabrochar de Maximo Oliveros; Massagista.

    2 – O alemão: Taxi Zum Klo (Pelo caráter autoral e ousado).

    3 – O cubano: Morango e Chocolate (Por ser um filme de cabeceira e que sempre recomendo a todos).

    4 – The living end (Completamente marginal e nonsense).

    Abraços! E conte sempre com este mais novo leitor assíduo de seu blog.

  63. Recomendo “flor da neve e o leque secreto”.
    Achei lindo demais!….penso que fica meio no ar se elas são mesmo ‘namoradas’. Não sei, pelo menos eu fiquei na dúvida.
    a história se passa em duas épocas diferentes e na china rígida dos séculos XIX e na atual.

    Será?

  64. pra quem resistir a toda escatologia e sadomasoquismo do filme ,saló ou 120 de Sodoma tem uma cena de sexo anal (fascista dando pra um soldado loirinho) , já perto do final que é uma delicia. sem contar o momento em que um dos fascistas mete a mão no pau de um soldado moreno de olhos azuis.

  65. Bela lista. Só tiraria o ‘Querelle’, que é um dos que eu menos gosto do Fassbinder, para colocar ‘As Lágrimas Amargas de Petra von Kant’ ou ‘Num Ano de 13 Luas’. ‘O Fantasma’ (João Pedro Rodrigues) e ‘Mistérios da Carne’ (Gregg Araki) também são grandes filmes.

  66. Não conheço todos os filmes da lista, mas de forma geral gostei dela. Me deu sugestões interessantes de fimes com a temática para eu ir atrás.
    Com relação ao tema AIDS senti falta do Filadelfia (ok! ele trás os personagens meio que caricatos, ainda que o Tom Hanks tenha tido uma atuação magistral). Outro que senti falta na lista foi Meninos Não Choram do Clint Eastwood que trouxe para o grande público a questão do transsexualismo feminino, e com a atuação magnífica da Hillary Swank.
    No caso do Pedro Almodovar eu prefiro Má Educação a Lei do Desejo justamente por conta do diretor já estar mais refinado tanto da direção quanto no roteiro.

  67. Olá, gostaria de indicar o filme CALIFÓRNIA.
    Embora tenha uma pegada comercial e de soluções fáceis, ele é bem a realidade que cerca a atualidade.
    Acho tão bacana a relação de ser moderno, dos medos, desejos e responsabilidades que o filme transmite. ´a pura realidade de cada um.

  68. Me desculpe esqueci de postar no comentário passado, um incrível filme com uma sensibilidade e um perfeccionismo de um mestre moderno TOM FORD.
    O filme ‘A SINGLE MAN’ é incrivelmente belo, tem imagens geniais e tão perfeitas que é impossível de se ver uma vez somente.!

  69. gostei muito da lista chico! o legal de listas é que sempre uma pessoa terá uma lista diferente da outra, com certeza a minha seria muito diferente, mais filmes com temática lésbica, as mulheres ficaram em falta aí, tirando o belo filme do jackson! Mais da metade não assisti e fiquei morrendo de vontade de ver todos agora!
    abs

    1. Malu, me lista os filmes que vc incluiria. Além do “Almas Gêmeas”, tem o “Senhoritas de Uniforme” e o “Infâmia” na lista.

  70. Faltou o ótimo “For a Lost Soldier” de Roeland Kerbosch, um filme holandês que é um verdadeiro poema. Mas eu perdoo pela inclusão de “As Amizades Particulares”, “Almas Gêmeas” e “Domingo Maldito”. Parabéns pela ótima lista.

  71. Ótima lista, com comentários bastante pertinentes. Se me permite, incluiria “Victor ou Victória”, pela maneira respeitosa e carinhosa com que trata a questão da homossexualidade – sem falar na dose extra de bom-humor. Valeu!

  72. Pude ver há alguns dias o primoroso “Triângulo Feminino” (The Killing of Sister George) do Robert Aldrich, vale muito a pena conferir. Vou procurar ver vários da sua lista também!

  73. Lembrei de mais um! A Trilogia de Terence Davies, que reúne os curtas “Children”, “Madonna and Child” e “Death and Transfiguration”. O diretor expõe seus conflitos pessoais de uma forma honesta, bela e comovente.

  74. Anota nessa lista ai tambem os dramas “No regret” e “Bagkok love story”
    Mas quando eu digo drama, to falando do verbo querer chorar pra sempre.

  75. Oi Chico. Gosto muitos das suas respostas. A gente consegue te ver melhor com elas. Bem, mas vc não me respondeu. Tudo bem, no problem. Então vou te fazer um pedido.
    Por favor, assista “Antes que eu esqueça” e ” Teus olhos meus”. Gostaria que vc falasse sobre eles. São filmes que, ao que parece, ninguém conhece.
    obrigado
    vladimir

    1. Oi Vladimir, já assisti “Antes que Eu Esqueça” e, à época, não gostei do filme, achei que ele fetichiza demais seu objeto.

  76. Chico, bacana a lista, mas não entendi mesmo porque, havendo tantos filmes que gostas em consideração, não fizeste um TOP 50 ou mesmo um TOP 100. De todo modo, listas são listas e é totalmente inadequado, inconveniente e desnecessário desqualificá-la em razão da ausência de algum filme. Cada um faz a sua lista e pronto. Agora, acho interessante fazer um apanhado geral de outros títulos que, a depender do gosto, poderiam entrar na lista, até mesmo como dica a quem busca se interessar. Apesar de faltar na matéria, acho que os comentários estão suprindo adequadamente essa falta, embora alguns títulos elencados pelos leitores sejam realmente muito ruins. Impressionante como possa existir tanto mau gosto, ainda mais ao exigir que determinados filmes sejam aleatoriamente incluídos numa lista tão meticulosamente elaborada, mas enfim…

    Seguem alguns títulos que eu pensei que poderiam figurar numa lista global (com filmes bons e ruins) para quem tiver interesse: Weekend (Andrew Haigh), Contracorriente (javier Fuentes-León), “3” (Tom Tykwer), Auf Der Anderen Seite (Do Outro Lado, Fatih Akin), Kiss of the Spider Woman (Hector Babenco), The Hours (Stephen Daldry), The Talented Mr. Ripley (Anthony Minghella), O Sol Por Testemunha (René Clement), Cruising (William Friedkin), Angels in America (TV, Mike Nichols), Le Temps Qui Reste (François Ozon), Tomboy (Céline Sciamma), Birdcage (Mike Nichols), Cage aux Folles (Édouard Molinaro), Shame (Steve McQueen), Bridegroom (Linda Bloodworth Thomason), Dallas Buyers Club (Jean-Marc Vallée), Mysterious Skin (Gregg Araki), Kill Your Darlings (John Krokidas), A Singles Man (Tom Ford), Boys Don’t Cry (Kimberly Pierce), Tootsie (Sydney Pollack), Howl (Rob Epstein, Jeffrey Friedman), Matame Satã (Karim Ainouz), Threesome (Andrew Fleming), Happy Few (Anthony Cordier), The Kids Are Alright (Lisa Cholodenko), Mála Educación (Pedro Almodóvar), Los Amantes Pasageros (Pedro Almodóvar), Yossi & Jagger (Eytan Fox), The Bubble (Eytan Fox), Out in the Dark (Michael Mayer), Mulholland Dr. (David Lynch), Swimming Pool (François Ozon), Do Começo ao Fim (Aluísio Abranches), Eating Out, O Fantasma (João Pedro Rodrigues), Shelter (Jonah Markovitz), Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (Daniel Ribeiro), Get Real (Simon Shore), Bent (Sean Mathias), Maurice (James Ivory), Y Tu Mamá También (Alfonso Cuarón), Transamerica (Duncan Tucker), Notes On a Scandal (Richard Eyre), J. Edgar (Clint Eastwood), Blue is the Warmest Color (Abdellatif Kechiche), Pink Flamingoes (John Waters), Persona (Ingmar Bergman), Rebel Without a Cause (Nicholas Ray), À Cause D’Un Garçon (Fabrice Cazeneuve), Wilde (Brian Gilbert), Total Eclipse (Agnieszka Holland).

    Acho que você, Chico, pode fazer uma seleção entre os rejeitados, tipo uma “série B”. Quem sabe dividir em categorias do tipo “nem tão gay assim”, “explicitamente gay”, “drag queens”, “clichés”, “filmes gays ruins”, “politicamente corretos”, “filmes-bandeiras”, “incidentalmente gay”, “gay de acordo com a interpretação”, etc.

    1. Ben, o Top 40 é por causa da minha nova idade. Explico isso no texto. Pode deixar, vai rolar um lado B, sim. Obrigado pelas dicas, algumas já estavam em consideração.

      abraço.

      1. Aliás, deixei de mencionar que a maior importância da sua lista, pra mim — e algo que os comentários certamente não iriam proporcionar — é trazer à noção filmes praticamente desconhecidos, muitos antigos, muitos bastante inacessíveis ao contato imediato de locadoras e videotecas, capazes de atiçar a vontade cinefílica da galera. Obrigado!

  77. Perdão se estes filmes já não foram mencionados, mas sugiro dois filmes de temática homossexual bastante interessantes: o primeiro é “Saturno em Oposição” (Saturno Contro), do Ferzan Ozpetek, e C.R.A.Z.Y (François Boulay e Jean-Marc Vallée). Ambos entraram em cartaz em São Paulo, mas tiveram uma presença discreta. Valem a pena ser conferidos.

  78. Acho que nessa lista só faltou dois filmes muito bons a meu ver. Esses são: Bent e Contracorriente. São filmes fenomenais, sei lá, melhores como muitos dessa lista, por exemplo: Shotbus e Um estranho no lago que eu assisto e assisto e não consigo enxergar notoriedade, apesar de serem bem originais.

  79. Para mim, “Mala Noche” de Gus Van Sant é o melhor. Muito bons também são C.R.A.Z.Y. (2005), Mistérios da Carne (2004), Banquete de Casamento (1993), Direito de Amar (2009), ernesto (1979), Noites Felinas (1992), Transamerica (2005), Plata Quemada (2000), O Fantasma (2000), Morango e Chocolate (1993), Deuses e Monstros (1998), Paixão Selvagem (1976), O Direito do Mais Forte (1975), Eu Matei a Minha Mãe (2009), Proteus (2003), Café da Manhã em Plutão (2005), Olhares de Despedida (1986), Triângulo Amoroso (2010), Hawaii (2013) e Freier Fall (2013).

  80. A lista é ótima pelas dicas e péssima pelo critério de ‘filme gay’. Onde e porquê Perdidos na Noite é um filme gay? A amizade entre dois homens numa situação extrema em uma cidade podre é bem explícita no filme. Onde estaria o suposto envolvimento amoroso que o categorizaria como gay? A cena em que o Cowboy tenta tirar uma grana de um gay quer mostrar o fundo do poço em que personagem estava. E foi completamente desnecessária.
    Mesmo tratando do tema Aids, Meu querido Companheiro foi o filme gay mais tocante que já assisti.

    1. Bom, se você leu o texto relativo ao filme sabe porque eu o coloquei na lista. Se não concorda, aí já é outra coisa.

  81. Já assisti 32 filmes dessa lista, logo, curti bastante. No geral ela é muito boa, talvez mudasse algumas posições entre alguns filmes. Sua lista só não é excepcional por que faltou Rock Horror Picture Show o clássico dos clássicos, Toda Nudez será castigada do Jabor e os filmes de John Waters, Divine tinha que estar na lista.

  82. Obrigado pelas respostas Chico. Uma pena que vc não tenha gostado de “Antes que eu esqueça”, filme que ninguém viu e me impressionou muito.
    Mas é isso mesmo, o subjetivo de cada um tem força na escolha. Graças a Deus.
    Só por curiosidade, veja se consegue ver “Teus olhos meus”, primeiro longa de Caio Sóh. Esse menino promete. É interessante.
    obrigado/abraço

  83. Olá,adorei a lista,mas senti falta de mais filmes para meninas.Adorei Fucking Amal,recomendo e um filme israelense com Fanny Ardant Segredos Íntimos que,apesar de não ser um grande filme aborda a homossexualidade pela visão do judaísmo.Faz uma lista dessa para as meninas..rs.

  84. Oi Chico, boa tarde!

    Adorei a lista.
    Não sei se alguém já comentou, mas senti falta de alguns filmes:
    “Latte Days”
    “Do começo ao fim”
    “Shelter”
    “Prayer for Bobby”
    “Just a question of love”
    “Patrik 1.5”
    “Eu matei minha mãe”.

    Abração!

  85. Muito bom o texto e a seleção. Há também este filme do Glauber, “A Cruz na Praça”, que infelizmente ficou inconcluso.. no documentário do Silvio Tendler fala sobre ele, mostrando trechos.. esse texto também fala sobre o filme http://www.ufrb.edu.br/cinecachoeira/2011/06/cruz-na-praca/

    Gosto muito também do curta brasileiro “Bailão”, que se passa num clube noturno frequentado por homens mais velhos e discute muito a relação com a cidade de São Paulo, a história das lutas e o confronto com a idade. Aqui- http://vimeo.com/46066663

    O filme XXY, apesar de ter como tema central o hermafroditismo, para mim é um dos melhores que colocam em discussão a complexidade que se dão as construções tanto dos gêneros como das orientações sexuais..

    Parabéns pela lista e pelos textos! Uma belíssima aula!

  86. Butterfly é um filme asiático muito legal de temática homoafetiva rosa. Não sei se melhores de todos os tempos, mas muito interessante.

    Coyote é um filme da época de Infâmia, eu acho. Muito antigo, eu era criança e tem cena ou cenas de carinho, beijo que falta em Infâmia. Se você achar esse filme acho que vai gostar muito, é representativo de uma época.

  87. Adoro listas! E o que mais gosto delas é que, por mais que sejam bem feitas (como essa aqui! Parabéns, por sinal!) é que elas nunca estão completas. Aliás, gostaria de parabenizar também os comentaristas (coisa raríssima encontrar bons comentários em posts como esse, hoje em dia!). Concordo com os que apontaram a falta de Bent (http://www.imdb.com/title/tt0118698/). Colocaria Tudo sobre minha mãe, mesmo que a temática LGBT esteja um pouco no pano de fundo.
    Enfim… clap clap ao blogueiro e aos(às) comentaristas.

  88. Dicas principais:
    No regret / Huhwihaji anha (2006) (esse foi o melhor que já assisti
    Bent (homossexualidade num campo de concentração nazista)
    3 / Drei (ótimo triangulo amoroso)
    A Single Man (história muito triste mas que retrata a realidade na morte)
    Amphetamine (trata sobre a droga e 1 vitima d estupro n relacionamento)
    Anatomie de l’enfer (filme estrelado por um ator porno, tem como base a esquisitice sexual mas nada muito exagerado)
    Saló o le 120 giornate di sodoma (aborda um pouco a homossexualidade, mas é um filme que requer estomago forte pois tem cenas muito fortes)
    Beautiful Boxer (filme excelente que trata de um lutador que desde criança queria se tornar uma mulher)
    Behind The Candelabra (abordando um pouco sobre a homossexualidade nos anos passados)
    Ausente (ótimo filme)
    Boys Don’t Cry (filme lésbico um pouco chato mas com 1 final muito triste)
    Boys Grammar (curta sobre preconceito na adolescência)
    Bramadero (curta porno, o filme é mudo e não tem lá muito enredo além do sexo, no entanto aborda uma espécie de auto preconceito: os famosos enrustidos, que fazem sexo e depois se arrependem como é o caso no filme que um acaba matando o outro)
    Chefs Special (comédia sobre a relação de um gay chef de cozinha com seu filho e seu namorado)
    Children of God (filme fantástico abordando o preconceito religioso, ainda assim um pouco incompleto poderia ter ido muito mais longe)
    Christopher And His Kind (o filme se passa na Alemanha nazista, se foca muito no personagem e mostra tão pouco da situação mas ainda assim é belo)
    Circumstance (filme lesb. tratando da religião islamica, apesar de ser cansativo o filme mostra um pouco como é viver em tais locais mesmo sendo de uma familia rica.
    Clapham Junction (outro excelente filme sobre preconceito, esse se foca na violencia)
    Cowboy (curta também sobre violência)
    Date and Switch (filme tratando sobre a modernidade nas relações entre amigos hetero e gay)
    Dream Boy (espécie de brok. mountain juvenil)
    Eban and Charley (relação de um homem mais velho com garotos)
    Eu Nao Quero Voltar Sozinho (curta metragem brasileiro, tratando sobre um adolescente cego que se apaixona por seu amigo, foi lançada uma versão de longa metragem – Hoje Eu Quero Voltar Sozinho – em cinemas)
    For The Bible Tells Me So (trata sobre a discriminação religiosa, a homossexualidade segundo os dizentes da biblia)
    Freier Fall (drama moderno de um homem provavelmente enrustido que acaba de descobrir sua sexualidade,abrindo se ao amor, mas ainda não consegue se aceitar, sem querer se machucar, aos outros e sua familia acaba ferindo a todos incluindo a si mesmo, aborda também o preconceito num ambiente de trabalho)
    Get Real (amor de adolescentes escondido, enrustido em uma época em que isso ainda era taboo)
    Grimm Love (assino e vitima ambos gays, ambos com fetish semelhante)
    Hawaii (romance moderno)
    Homophobia (curta)
    In & Out (um gay enrustido que está para sair do armario)
    Imagine Me + You (comédia lésbica sensacional)
    Immagini di un Convento (convento onde ocorre atos lesbianos, o filme está mais para visual mas ainda assim é uma boa pedida)
    I Think I Do (enrustido perdeu a chance do amor no passado mas irá reencontra-la)
    Jet Boy (história de um garoto gay que se junta a um estranho)
    Laurence Anyways (um homem está prestes a realizar seu sonho: trocar de sexo, sua namorada irá ajuda-lo e nesse longa, bem longo, mostra um pouco da discriminação no trabalho e a trajetória do individuo)
    Love is All You Need (curta sobre preonceito, onde a inversão do hétero e do homossexual)
    Love of Siam (história de amor e amizade entre dois colegas)
    Mine Vaganti (preconceito na familia)
    Mulligans (história de um homem casado que esta se descobrindo)
    Mysterious Skin (dois amigos, um deles é gigolo e outro tenta se lembrar de algo terrivel que lhe aconteceu na infancia)
    No Night Is Too Long (romance, triangulo amoroso, enrustido, que acaba em morte ou pelo menos o personagem pensa assim se tornando um pouco paranoico)
    No Se Lo Digas a Nadie (gay e o perigo de ser gay em determinado local e data)
    Out in the Dark (romance entre um israelita e um palestino, colocando a mesa a situação entre essas duas nações)
    Proteus (filme magnifico abordando a homossexualidade na antiguidade)
    Romeos (aborda um tema um pouco diferente: uma mulher na fase de troca de sexo que gosta de homens homossexuais)
    Rundskop (homossexualidade está longe de ser o centro deste filme, ele aborda-o quase que de forma despercebida, mas o filme aborda diversos assuntos além de ter sido bem feito)
    Sasha (um ação de um pai homofóbico contra o amante de seu filho é vista rapidamente ao final deste filme)
    Save Me (trata sobre a cura e conversão de homo para hetero)
    Saving Face (comédia lesb. romance e aceitação por parte da familia)
    Sebastian (um jovem descobrindo a sua sexualidade e a aceitação de seus pais)
    Sebastiane (filme antigo e muito esquisito, o começo parece um ritual satanico, embora ainda assim seja de conhecimento da época bastante interessante)
    Shank (preconceito e violencia marcam o romance de dois jovens neste incrivel filme)
    Selda (a relação de um homem e de outro na cadeia, sua descoberta sexual, seus conflitos internos, sua raiva, e a situação do lugar são os mais interessantes)
    Soldier’s Girl (romance de um soldado com um travesti que acaba em morte)
    Sommersturm (apaixonado por seu colega, numa viagem que acaba por saindo de vez do armario e pondo suas relações de amizade em jogo)
    Suicide Room (o preonceito na escola leva um jovem a buscar um porto seguro em jogo online para suicidas)
    The Falls (relação entre dois mormons, muito bom, suscede em The Falls – Testament of love)
    The Morning After (curta sobre aceitação)
    The Sex Movie (filme bem descontraido sobre sexo)
    Transamerica (a relação de um trans. e seu filho)
    Triple Standard (curta sobre aceitação de si mesmo)
    Weekend (pequena história de amor)
    When Night Is Falling (relação de uma mulher noiva com outra mulher que ela conhece pelo acaso)
    Yossi & Jagger (história de amor entre dois soldados israelenses)
    À cause d’un garçon (um adolescente em romance com um colega sofre preconceito na escola)

    Outros:
    A Home at the End of the World
    A Toute Vitesse
    All Over The Guy (agua com açucar)
    Ang Pagdadalaga Ni Maximo Oliveros (a vida de um jovem e pobre homossexual nas filipinas)
    Arizona Sky (trata levemente de aceitação de si mesmo mas é muito superficial)
    Better Than Chocolate (romance lésbico muito bom)
    Bruno (filme de comédia muito esquisito e um pouco estereotipado colocando os gays como inconsequentes mas também vai do ponto de vista de cada um)
    Café com Leite (curta brasileiro abordando a relação de um casal com o irmao de um deles)
    City Without Baseball (um jogador acaba se apaixonando por um colega seu, mas não apresenta nada de especial)
    Cowboy Forever (doc. gays no brasil região norte/nordeste)
    Eleven men out (filme islandico sobre um jogador gay)
    Otets y sin / Father & Son (relação próxima entre pai e filho)
    Frisk (filme estranho que aborda sobre fetish sexuais bizarros)
    G.B.F (moderno estereótipo, mas o ator principal não)
    Is It Just me (romance pela net)
    Judas Kiss (ficção, um gay tenta entender seu passado e corrigir seus erros)
    Krampack (relação entre dois garotos)
    Le fil
    Notre Paradis (casal gay deassassinos, sem muito nexo)
    O Fantasma (filme estranho, a primeira vista você imagina um leve erotismo tosco e doentio mas ao se julgar temos um filme que trata de um tipo de individuo talvez perturbado?)
    Protect me from what i want (curta sobre um enrustido)
    Shelter (romance agua com açucar)
    Summer (curta, relação entre dois amigos quando um se mostra gay)
    The Bubble (um pouco sobre a vida dos gays de israel)
    The Conrad Boys (a relação entre irmãos tendo um deles como ciumento e o outro tentando embarcar em uma aventura sexual)
    The Man Who Loved Yngve (perda de amizades)
    Voleurs De Chevaux (não aborda diretamente a homos. mas sim a relaçao de irmaos)
    Watercolors (romance entre dois adolescentes)

  89. Parabéns, a lista é dotada de grandes filmes, nobres e cativantes por sinal! Pena que ainda não possuímos em nosso meio de mídia uma ampla “liberação” da temática, para por exemplo: PASSAREM EM COMERCIAIS, CINEMAS, ETC, assisti apenas alguns, por esse motivo, Enfim. Acho importantíssimo não faltar esse! história linda, cunho social, II guerra mundial e suas “entranhas” homossexuais. : UM AMOR PRA OCULTAR.

  90. Já viram CIAO? Eu achei muito bonito. O filme tem a cena de beijo mais longa que eu já vi. Tbm gostei de Hard Pill. Assisti Tatuagem e fiquei vermelho nunca tinha visto um filme tão explícito. Assisti a Camisinha Assassina apesar de ser muito tosco dá pra divertit. Boa lista, mas na minha opinião Brokenback Mountain não é o melhor filme homoerótico. O que, Chico??? Do Começo ao Fim é lindo, mas gosto não se discute. Estou louco pra ver Praia do futuro. Adorei o blog.

    1. No caso de Tatuagem penso que ficou mais fácil para Jesuita Barbosa passar toda aquela verdade. Afinal consta que ele é bastante gulosinho. Palmas para Irandhir também.

  91. Rock Haven (relacionamento gay entre jovens e religiao cristão – excelente)
    Kasky / Tears of April (um garoto em meio a guerra se apaixona por uma moça e para liberta-la está disposto a se entregar a seu superior – filme fantastico)
    Jongens (amor entre adolescentes e o medo de se assumir como gay)
    Going Down In LaLa Land ( a vida de um jovem procurando emprego e acaba na pornografia gay onde ele encontrará o seu amor)
    Boy Culture (um prostituto apaixonado por seu colega mas ele não se permite se relacionar amorosamente)
    306 (curta metragem mudo, sobre um cara e sua profissão – excelente)
    W.imie/In the Name of (a vida de padre homossexual – excelente)

  92. Chico, parabéns pela lista. Você assistiu ao Praia do Futuro? Pode comentar sobre ele? Queria muito vê-lo. Mas não o consegui na net…Grato.

  93. Assisti um clássico esses dias, senti falta dele na lista, chama-se “Má educação” com o Gael García Bernal fazendo um papel brilhante! Aconselho a todos que assistam, ele é impactante, denso, sexualmente forte e apresenta diversas abordagens polêmicas. Senti falta também do grande clássico “Orações para Bobby”

  94. Prezado Chico: Não poderia ser melhor esta selecionada coleção de películas, e obviamente, alguns filmes tão bons como estes elegidos, não é que foram censurados . Apenas incluir nesta relação todos os filmes bons, não haveria tanto espaço para figurá-los. Estou há algum tempo para descobrir o título de
    um filme argentino, parece-me que da década de “Adios Roberto”, cujo tema era um executivo de uma empresa estrangeira, casado, sediada na Argentina, e que e com o decorrer do convívio, foi seduzido por um seu auxiliar próximo, chegando a um relacionamento até meio esdrúxulo. Finalmente, descoberto este “caso” pela esposa e pela empresa, parece-me
    que ele fora demitido ou transferido para a mesma empresa, mas em outro
    país. Qual o título deste filme?

    . Concluindo, o executivo, foi demitido ou transferido para uma outra filial, separou-se da esposa, etc.etc. Qual o título deste filme?

    1. Oi, Mauricio, esse filme é dos anos 80 e, surpreendentemente, chegou a passar nos cinemas brasileiros: “Outra história de amor”, de Americo Ortiz de Zarate. Não é tão difícil achar para download.

  95. Como pode esquecer “Orações para Bobby”?
    Pra mim nenhum supera, é de longe o filme mais lindo.
    Tambem acho que “Além da Fronteira” deveria estar nessa lista.

    1. Também acho Orações Para Bobby um dos melhores. Mas recentemente assisti monster pies e gostei bastante. Chorei muito, muito mesmo vendo o filme. Vale a pena conferir kk

      1. Que tal esperimentar MULHERES APAIXONADAS – filme britânico com a premiadíissima Glenda Jackson (2 oscar) – hoje política de grande sucesso em Londres.

  96. A lista é boa. Mas resolvi dar meus pitacos também, pra mim um dos melhores filmes do gênero chama-se ESSA ESTRANHA ATRAÇÃO de 1988, putz! acho demais este filme. Um outro bem obscuro chamado Body without soul de 1994, Fox and his friends do Fassbinder, PARTING GLANCES ou OLHARES DE DESPEDIDA de 1985… enfim.

  97. Tem o filme Monster Pies, que no início pode parecer meio clichê, mas é um filme muito bom e confesso que nunca chorei tanto num filme quanto chorei no final desse.

  98. oi chico!
    adorei sua lista, ja vi uns quantos da sua lista.tbm ja vi das outras listas mencionadas.nao vi mencionado o filme sos contra mundo.em que entra o actor do filme yossi,tem como tematica terrorrismo e gay.muito bom e triste .
    gostei muito de fimes como :
    – come in detto
    -the falls 1 and 2
    -mine vaganti
    -brotherhood
    -alla fuera della carta
    – kiss the bride
    – e muitos, muitos mais (que me esqueci dos titulos mas lembro das historias)
    sei que e sobre filmes gay, mas tenho que mencionar a minha serie gay favorita queer as folk US quem sabe pode vir a ser um filme.
    continuacao de bom trabalho chico

  99. Eu nao consegui achar As Amizades Particulares online tem algum blog estou doido para ver e tbm You Are Not Alone não achei e tbm A Consequência

  100. Chico, você acendeu uma luz em mim. Tinha horror a filmes antigos, mas assisti a alguns da sua lista e fiquei maravilhado com algumas obras que podem ser/foram imortalizadas. Você fez uma ótima Lista e agradeço muito a você por ter esta honra em contemplá-la. É certo que assistirei quantos puder…. Eis a minha humilde colaboração para futuras listas que talvez queiras criar, já que me causou espanto não ver estes na relação….

    Clapham Junction, Diretor: Adrian Shergold
    Cover Boy, Diretor: Carmine Amoroso
    Fresa Y Chocolate, Diretor: Tomás Gutiérrez Alea, Juan Carlos Tabío …

  101. Ótima lista! Muito bom gosto e sensibilidade. Alguns poucos não conhecia. Irei procurá-los com certeza.
    Sugiro também os franceses “Un Amour a Taire” e “Juste un question d’ amour” de Cristian Faure. Adoro “Mulholland Drive” e também “Le Fil”,”Ang Lihim ni Antonio”, Gods and Monsters” e “Out in the Dark”.
    Gosto de graça de “The Broken Hearts Club”, “Latter Days” e “Freier Fall”, simples e descompromissados. Abs

  102. Adorei a lista e os comentários!! Excelente!! Pena q alguns titulos são difíceis de achar, mesmo na internet… assisti a dois recentemente no youtube: Clube de geografia e GBF (gay best friend). O primeiro fala sobre aceitação, relacionamento, e amizade dentro do ambiente escolar e o segundo fala sobre como o adolescente gay na escola pode se tornar popular andando junto com as “populares”. Ambos são filmes adolescentes, o primeiro um pouco mais critico e o segundo sendo mais uma comédia romântica adolescente gay.

  103. Ola!
    Esqueci de incluir o filme A INTRUSA, gravado no Rio Grande do Sul, com Maria Zilda Bethlem – saindo da adolescência, José de Abreu nos seus vinte anos e Arlindo Barreto – filho de Marcia de Windsor – também adolescente. Vala a pena ver.

  104. Desculpe, mas o filme “Morte em Veneza”, à excessão da trrilha sonora, é sofrível. O filme retrata a história de um velho sem iniciativa – a meu ver pedófilo – que se apaixona por um adolescente – ou criança, como preferir.

    A história simplesmente não flui. Ponto final.

  105. Não conhecia o site, mas agora não me foges mais…serie suspeito, mas vou dizer: amo O Segredo de Brokeback Mountain, sempre

  106. Estou a muito tempo procurando um filme.. passava na bandeirantes ha muitos anos atras.. é de amigos que estudavam juntos em uma escola e que todos xingavam e batiam no que era gay.. o tempo passou e ele virou uma transsexual.. e os acontecimentos fizeram com que ele e esse amigo de escola se encontrassem, eles vivem um romace.. se alguem souber me fale por favor.

  107. Amei a lista, ainda mais por eu ter assistido boa parte. Fantástico Du err ikke alene.

    Tem um filme nacional atual sem mta divulgação que assisti, !as não consigo me lembrar do nome. Um triângulo amoroso entre dois rapazes e uma menina no interior do Rio (ou MG, não recordo). É mto bom!

    Abraços

  108. São filmes de muito sucesso, alguns desde que eu vi e eu preciso descobrir como muitos, não há dúvida de que o cinema gays é bastante preciso, embora, por vezes, é um pouco vulgar, do meu ponto de vista.

  109. O segredo de brokeback moutain mudou pra sempre minha visão do homossexualismo um amor tao lindo e puro não deveria ser condenado! filme perfeito, e a melhor parte e que tira o estereótipo de q todo gay tem q desmunhecar. Acho muito mais lindo um amor por dois homens sendo puro assim do q um amor de homem e mulher que não passa de baixaria

  110. Amei a lista… Posso citar alguns outros filmes muito legais: Diário roubado(França), Minha vida em cor-de-rosa(Bélgica), Outra história de amor (Argentina), Além do desejo (Dinamarca). Sobre o início da epidemia de Aids, Les témoins, The normal heart.

  111. Lista perfeita! Pude relembrar alguns que gostei muito “A Lei do Desejo”, “Garotos de Programa” e Priscilla, a Rainha do Deserto”. E conhecer muitos outros. Senti falta de “O Padre” (Priest-1994) de Antonia Bird.

  112. Boa matéria parabéns !!! Porem foi um pecado esquecer Before Night Falls
    ( Antes do Anoitecer) filme maravilhoso Javier Bardem arrasa no papel principal e Johnny Depp da show fazendo dois papeis , um deles uma travestir muito divertida , quem não viu veja é emocionante , filme super premiado merecidamente .

    O filme é baseado no romance autobiográfico do escritor cubano Reinaldo Arenas, contando sua infância pobre numa área rural, a descoberta do dom para as letras, as dificuldades ante a censura do regime de Fidel Castro. Além da perseguição por ser dissidente político, Arenas chegou a ser preso por ser homossexual.

  113. Excelente lista. Parabéns. Recomendo o mais recente “clube de compras Dallas” e um italiano “le fate ignorante” de titulo brasileiro ” um amor quase perfeito.

  114. Olá. Lista perfeita. Sempre haverá sugestões de filmes que as pessoas amam ou de filmes que as marcaram. Eu não retocaria em nada sua lista porque seus comentários são mais do que comentários de um amante do cinema ou dessa temática: são profundos, eruditos e, por que não?, mostram um apaixonado pelo que faz. Dizer “parabéns” não representa muito. Então, digo que comecei minha segunda maravilhado. Forte abraço e que continue seu belo trabalho de pesquisa!!

  115. Assisti a dois na temática GLS que fiquei perplexo, não sei se vocês conhecem… Eletrochoque (filme espanhol) e Any Day Now (A qualquer momento, título em português)

  116. Uma lista convencional e um tanto “ocidentocentrica”. De resto, as posições são questão de gosto. O meu é bem diferente.

  117. Curti pacas mas senti falta de Tempestade de Verão e Além da Fronteira. Recomendo também War Boys e Boyz, esse último muito bom mesmo.

    Nisso tudo eu só acho ruim que a maioria destes filmes apresenta um final triste como se o amor entre “iguais” fosse proibido até mesmo em filmes.

  118. Numa outra lista encontrei Plata Quemada, que particularmente achei bem estranho… Tipo algo mal resolvido. Também vi Contra Corrente, que poderia ser uma excelente obra.

    Quanto a Meninos não choram???

    1. Preciso rever “Meninos Não Choram” pra saber o que acho dele agora. Quanto a “Plata Quemada”, acho um ótimo exemplo de como integrar a questão gay a um cinema de gênero. “Contra Corrente” é um bom filme.

  119. Como não li todos os comentários, não sei se alguém perguntou. E Praia do Futuro, gosto muito. Você não o curte tanto né, Chico?

  120. ola boa noite! tem um filme que eu vi me parece que e dos 85 mais ou menos. o nome seria fasendo amor. com uma atris bem conhecida que fez a primeira versao das panteras. ela ja faleceu. e a historia de um homem casado bem sucedido que se apaixona por um garoto de programa. eu nao consigo encontrar na internet. desde ja agradeço.

  121. Farei o inverso do que o pessoal fez, até então, nos comentários. Direi os filmes que agradam boa parte do público gay, mas que NÃO gostei:
    – Latter Days
    – C.R.A.Z.Y
    – Contracorriente
    – Juste Un Question d’ Amour
    – Praia do Futuro
    – Do Começo ao Fim
    – Yossi & Jagger (Delicada atração)
    – Mysterious Skin

    São filmes bem recebidos pelo público, mas que não me agradaram. De qualquer forma, indico a todos para que tirem suas conclusões.

  122. Se puder, de uma olhada em North Sea Texas, My Bromance (filme é bem bostinha mais me faz chorar demais com a história), Summer Storm, Saindo do Armário (comédia gay adolescente que me fez rir muito)…
    Pra sua lista mesmo, acho que o único que poderia ter um lugar é o North Sea Texas, pois os outros são mais… digamos que apenas distração ((não que eles sejam ruins). Mais da umaolhada…

  123. Foram muitos comentários, que talvez eu cite algum filme já listado.
    Gostaria de contribuir acrescentando estes com temática/personagem gay, que possuo em minha DVDteca:
    01- Luta e Glória;
    o2- Elvis & Madonna (Nacional);
    03- A Casa do Fim do Mundo;
    04- Waz – Matemática da Morte (Terror!);
    05- Idas e Vindas do Amor (Comédia Romântica);
    06- A Mulher do Meu Irmão;
    07- Direito de Amar;
    08- Meu Amor de Verão;
    09- Imagine eu & Você;
    10- A Razão do Meu Afeto;
    11- Uma Família Bem Diferente;
    12- Billy Elliot;
    13- Xuxu;
    14- A Espaçonave Das loucas;
    15- Um Toque de Rosa;
    16- Ka-Boom;
    17- Todas as Cores do Amor;
    18- Meus Quinze Anos;
    19- O Golpista do Ano (Comédia);
    20- Queer Duck – O Filme (Desenho Animado!).

  124. já viu o filme “O Desabrochar de Maximo Oliveros”, se passa em Manila, bem interessante, gostaria de saber sua opinião.

  125. òtima lista,vou ver alguns que ainda não vi, gostaria de fazer algumas indicações, filmes que gostei e recomendo, primeiro é um filme alemão excelente, um dos meus preferidos “Freier Fall (queda livre), “Pecado da carne” filme israelense. Vi alguém comentando que filmes GLS é puro mkt e que deixam de abordar certas questões sociais, o que não acho, mas vai aki um que abordo adoção, “Patrick 1,5”, muito bom!!! Como tb “Tomboy” uma menina que se muda p/ outra cidade e todos acham-na que ela é um menino, então, a partir daí ela começa a passar por um menino, tem tb “Amores e restos humanos” excelente!!!

  126. Eu adorei a lista, e vou dar algumas dicas

    > “Freier Fall “( queda livre) , excelente filme alemão, estilo Brokeback Mountain mas bem melhor, o meu preferido no momento.
    >”Amor e restos humanos “, sem comentários
    >”Pecado da carne” – filme israelense
    >”Tomboy” , conta a história de uma menina que muda de cidade e todos pensam que ela é menino, logo, ela investe neste papel.
    >”Maurice” começo da carreira do ator hugh grant, lindo filme inglês.
    >Transamérica”. amei.
    >”Weekend”
    vou pesquisar os outros indicados..valeu!!!

  127. Ta faltando os filmes novos né. Tem filmes muito bons, como Orações para Bobby (o melhor gls da história), Eu matei minha mãe, C.R.A.Z.Y. Loucos por Amor, Laurence Anyways, Amores Imaginários, entre outros.

  128. O filme JET BOY traz a discussão alguns temas bem atuais.
    A prostituição infantil e a descoberta da sexualidade são abordados de forma simples e sem apelação. Merecia estar na lista. JET BOY

  129. Chico, assisti a maior parte dos filmes e são muito bons. Achei que focou mais no lado homossexual masculino e isso o levou a deixar de lado “Monster – desejo assassino”, um dos melhores filmes, gays ou não, de todos os tempos. Uma atuação histórica da Charlize Theron. Não podia ter esquecido.

  130. Chico, realmente há bem mais de 40 filmes com temática gay e as pessoas não entendem que a lista é “sua”, cada um com a sua, não é?

    Não li os quase 400 comentários, mas me permito te lembrar de um filme, não para você incluir na sua lista, mas para você conhecer. É antigo e penso que não faça parte de mostras e coisas assim. Foi lançado em 1970 e o diretor é o Harold Prince. O título original: “Something for Everyone”. No Brasil, o título é “Sedutores Diabólicos”. O principal sedutor é o delicioso Michael York, sempre exibindo as pernas em shorts curtíssimos germânicos. Não se enquadra na categoria dos filmes mais recentes, que discutem a homossexualidade de forma quase didática (ou acadêmica), é ficção mesmo. Mas muito bom. Eu recomendo.

  131. Gente eu fui assistir um filme entre 85 e 90 estava em um cinema em Porto Alegre que falava de formas de amar era sobre drag e um rapaz que fora adotado po esta drag no meio da história ele e associado com taco de basebol mão me lembro o nome do fime. Se alguem souber me avise obrigados. Na capa tinha um com pantufas de colho. Acho que era isso.

  132. Gente eu fui assistir um filme entre 85 e 90 estava em um cinema em Porto Alegre que falava de formas de amar era sobre drag e um rapaz que fora adotado po esta drag no meio da história ele e associado com taco de basebol mão me lembro o nome do fime. Se alguem souber me avise obrigados. Na capa tinha um com pantufas de colho. Acho que era isso. Obrigado

  133. Só acho que faltou a “A razão do meu afeto”, com uma protagonista gay interpretada por Paul Rudd e que olha para o lado das possibilidades das relações humanas ao abordar o envolvimento de um homossexual com uma amiga heterossexual (Jenniffer Aniston). Comédia romântica de 1998, leve e doce… Poderia entrar na lista pra atenuar um pouco esse sobriedade toda da lista (que é ótima, não nego, e vai me servir muito) rs

  134. Que lista esplêndida, pena que tenha sentido o desfalque do excelente “O Beijo da Mulher Aranha”, de Hector Babenco.

  135. Parabéns pela lista.
    É a mais original que já vi, justamente por conter títulos (em sua maioria) nada comerciais e antigos.
    Achei tão interessante e lia com pesar de não conseguir encontrar todos os filmes.
    Mas vou tentar…

  136. São poucos filmes com essa temática que me agradam…procuro algo mais atual, como Além da Fronteira, Jongens, Nenhuma Noite é Longa o Bastante ou Frier Fall. O que recomenda?

  137. Estou vendo alguns desses filmes, mas a maioria são dramáticos, o que é péssimo. Alguém conhece um filme que tenha um final FELIZ, além de shelter, another’s gay, Maurice??
    Obg

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