A internet lá de casa bateu asas e voou por algum misterioso motivo. Até que ela seja reabilitada, estou meio atrasado nas atualizações aqui. Neste meio tempo, vi três filmes no cinema: Para Sempre na Minha Vida, de Gabriele Muccino, filme sobre adolescentes bem bonitinho; Vôo Noturno, de Wes Craven, que tem um ritmo frenático adorável; e Doutores da Alegria, de Mara Mourão, documentário que ora é formal, ora é inventivo, mas que é um filme lindo, lindo. Escrevo sobre eles em breve.

Em casa, dois filmes revistos em DVD: Excalibur, de John Boorman, diminui imensamente. A lenda do Rei Arthur, história que me fascina desde a infância mais tenra, parece comprimida e contada às pressas para que o filme não ultrapasse muito as duas horas de duração. O resultado é um filme que tem muito a dizer, mas diz muito pouco. A maioria das personagens é tratada com certo descaso e as passagens de tempo são abruptas demais. O que mais incomoda, no entanto, é uma tendência transformar a relação entre Merlin e Arthur numa relação cômica, principalmente no começo do longa. Ah… e tem aqueles reflexos verdes em quase tudo…

Agora, rever Constantine foi muito bom porque reafirmou o quanto eu realmente gosto do filme. O longa desconstrói muito da história da personagem das HQs, mas consegue fazer com que suas transformações continuem reproduzindo com grande êxito o “espírito” de John Constantine. Todos os coadjuvantes têm bons momentos (Peter Stormare, como Lúcifer, é mais à vontade, embora sua personagem também seja diferente dos quadrinhos) e eu acho que o Keanu Reeves surpreendentemente está bem eficiente no papel principal. Tem meu voto garantido para o Alfred de melhor roteiro adaptado.

E, para os integrantes da liga, tem votação no blogue da Liga dos Blogues Cinematográficos.

Comentários

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4 comentários sobre “Notas”

  1. Desses que você falou que viu no cinema só o do Craven estreou aqui. Não sei se vou ver no cinemas (essa semana já vou para aquele do Ron Howard), mas em DVD/VHS com certeza pego.

    Não sabia que Constantine havia chegado nas locadoras…

  2. Eu vi Excalibur duas vezes (a segunda faz mais de 10 anos, he he) e acho um puta filme. O clima e a ambientaçao que o Boorman conseguiu nesse filme ainda sao insuperaveis.

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